<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2404906545276477178</id><updated>2011-11-23T14:07:23.477-01:00</updated><category term='Musica'/><category term='Momentos'/><category term='Conversas'/><category term='amizade'/><category term='Outros autores'/><category term='Mitologia'/><category term='Amor'/><category term='Poesia'/><category term='Prosa'/><category term='Pensamentos'/><category term='Insanidade'/><category term='Literatura'/><title type='text'>Olympus - Persephone Thoughts</title><subtitle type='html'>"Os sentimentos que mais doem, as emoções que mais pungem, são os que são absurdos - a ânsia de coisas impossíveis, precisamente por serem impossíveis, a saudade do que nunca houve, o desejo do que poderia ter sido, a mágoa de não ser outro, a insatisfação da existência do mundo... O sentirmo-nos é então um campo deserto a escurecer, triste de juncos ao pé de um rio sem barcos, negrejando claramente entre margens afastadas..."</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Persephone</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04190816853518012866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/-c2AwM2iycNs/TXtudm14nKI/AAAAAAAAAEI/O2vzKyVcoqw/s220/169037_191245520899229_100000413485760_604883_902282_n.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>48</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2404906545276477178.post-5901953838144785730</id><published>2011-06-28T11:14:00.001Z</published><updated>2011-06-28T11:14:58.041Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>28.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um ano volvido.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2404906545276477178-5901953838144785730?l=persephone-thoughts.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/feeds/5901953838144785730/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2404906545276477178&amp;postID=5901953838144785730' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/5901953838144785730'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/5901953838144785730'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/2011/06/28.html' title=''/><author><name>Persephone</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04190816853518012866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/-c2AwM2iycNs/TXtudm14nKI/AAAAAAAAAEI/O2vzKyVcoqw/s220/169037_191245520899229_100000413485760_604883_902282_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2404906545276477178.post-226016856247363930</id><published>2011-06-27T16:25:00.002Z</published><updated>2011-06-27T16:29:24.874Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pensamentos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Conversas'/><title type='text'>Conversa com um Imperador Romano - IV</title><content type='html'>No outro dia passei por ti. Confesso que tive que parar o carro, sair. Acendi um cigarro e tentei a todo o custo esvaziar a cabeça. A sensação que tinha no corpo, conheço-a de cor. O batimento cardíaco é o mesmo, a ansiedade é a mesma, ambos são iguais àqueles que sinto quando fico defronte a um júri à espera que o silêncio se quebre com música que elegi para fazer mover o corpo, para dar a conhecer emoções. São iguais a quando pisava o palco e perdia o olhar para lá da plateia (e mesmo depois de tanto o pisar, nunca deixei de sentir). São iguais aos que me fazem correr quando toca a sirene… entre tantas outras coisas que me envolvem quando te cruzas no meu olhar, este batimento, esta ansiedade são estrondosas. São os denunciadores de que algo que exige de mim se aproxima, algo extremamente importante que exige a minha crueza, a minha humildade, a minha verdade, aquilo que sou, que amo e para o qual vivo, que exige que seja genuína. Oh, se tu soubesses como eu sou viciada, como eu admiro e procuro tudo aquilo que me causa essa ansiedade, esse batimento, tu compreenderias os meus dias, os meus sorrisos, todos os passos que dou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filosofias fáceis descrevem a vida pela sua efemeridade. Outrora também eu julguei que tudo era efémero. Raios!, como me sinto enganada por ter crido e sucumbido em algum instante nessa/ a essa não-verdade. A memória eterniza momentos e sobretudo sentimentos, aqueles que nos coagem a fazer melhores escolhas, a corrigir erros, a reflectir. Em algum momento tudo é eterno, porque assim nos permite a memória, mas não por recordarmos o que passou, não, isso não. Só é eterno, aquilo que, de alguma forma, ainda nos provoca emoções, aquilo que, em algum minuto da nossa existência, nos faz questionar, nos rege as acções. Estas sim, são passageiras. As emoções nunca. Nada pode ser efémero porque a vida um ciclo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não questiono o meu dia de amanhã. A semana que vem. Os próximos 20anos. Tu assustas-me. Tu fascinas-me. Às vezes não quero saber de ti. Muitas vezes creio que és idiota, absurdo. Camus dizia que "o absurdo é a razão lúcida que constata os seus limites"; eu gosto do absurdo que te envolve, que tu envolves, mas gosto sobretudo da minha aversão, que culmina numa paixão, paradoxalmente, por limites ou falta deles. Passo por ti e preciso parar. É uma-qualquer-coisa que eu nunca soube bem explicar. Sempre existiram muitas realidades na minha vida que, de alguma forma, me assustaram. Um misto de apreensão, deslumbramento, duvida, medo e aquilo-que-alguém-chama-de-borboletas-na-barriga. E eu sempre tão tendenciosa (a ambiguidade da palavra sou eu que a faço) para correr atrás dessas “muitas realidades”, daquilo que sempre me foi desconhecido… TU nunca serás efémero. Para a natureza, talvez. Para mim, nunca.  Tu és emoções. O plural da palavra deveria só por si explicar a tua complexidade. Há sempre certezas, meu bem. Foi com elas que apaguei o cigarro e segui viagem… com aquela paz de sempre.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2404906545276477178-226016856247363930?l=persephone-thoughts.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/feeds/226016856247363930/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2404906545276477178&amp;postID=226016856247363930' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/226016856247363930'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/226016856247363930'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/2011/06/conversa-com-um-imperador-romano-iv.html' title='Conversa com um Imperador Romano - IV'/><author><name>Persephone</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04190816853518012866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/-c2AwM2iycNs/TXtudm14nKI/AAAAAAAAAEI/O2vzKyVcoqw/s220/169037_191245520899229_100000413485760_604883_902282_n.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2404906545276477178.post-266834604784621698</id><published>2011-06-07T22:24:00.003Z</published><updated>2011-06-07T22:59:19.026Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mitologia'/><title type='text'>Psyche e Eros</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-zlkd5LPtVUg/Te6tLayWhZI/AAAAAAAAAE0/bDxEdYZNsrU/s1600/Eros%2Be%2BPsych%25C3%25A9.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 206px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-zlkd5LPtVUg/Te6tLayWhZI/AAAAAAAAAE0/bDxEdYZNsrU/s320/Eros%2Be%2BPsych%25C3%25A9.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5615616197058266514" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;"Psyche era a mais nova de três filhas de um rei de Mileto e era extremamente bela.&lt;br /&gt;A sua beleza era tanta que pessoas de várias regiões iam admirá-la, assombradas, rendendo-lhe homenagens que só eram devidas à própria Afrodite.&lt;br /&gt;Profundamente ofendida e enciumada, Afrodite enviou seu filho, Eros, para fazê-la apaixonar-se pelo homem mais feio e vil de toda a terra. Porém, ao ver sua beleza, Eros apaixonou-se perdidamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pai de Psyche, suspeitando que havia ofendido os deuses, resolveu consultar o oráculo de Apolo, pois as suas outras filhas encontraram maridos e Psyche permanecia sozinha. Através desse oráculo, o próprio Eros ordenou ao rei que enviasse sua filha ao topo de uma solitária montanha, onde seria desposada por uma terrível serpente.&lt;br /&gt;A jovem, aterrorizada, foi levada ao pé do monte e abandonada por seus pesarosos parentes e amigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conformada com seu destino, Psyche foi tomada por um profundo sono, sendo, então, conduzida pela brisa gentil de Zéfiro a um lindo vale.Quando acordou caminhou por entre as flores até chegar a um castelo magnífico que só poderia ser a morada de um deus, tal a perfeição que podia ver em cada um dos seus detalhes.&lt;br /&gt;Com coragem entrou no deslumbrante palácio, onde todos os seus desejos foram satisfeitos por ajudantes invisíveis, dos quais só podia ouvir a voz.&lt;br /&gt;Chegando a escuridão, foi conduzida pelos criados a um quarto de dormir e, certa que ali encontraria finalmente o seu terrível esposo, começou a tremer quando sentiu que alguém entrara no quarto.No entanto, uma voz maravilhosa a acalmou e sentiu mãos humanas acariciarem seu corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A esse amante misterioso, ela entregou-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando acordou, já havia chegado o dia e seu amante havia desaparecido, porém essa mesma cena foi repetida por diversas noites.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto isso, suas irmãs continuavam à sua procura, mas seu esposo misterioso a alertou para não responder aos seus chamados, mas sentindo-se solitária em seu castelo-prisão, implorou ao seu amante para deixa-la ver as suas irmãs ao que cedeu impondo a condição de que, não importando o que suas irmãs dissessem, ela nunca tentaria conhecer sua verdadeira identidade. Quando as irmãs entraram no castelo e viram aquela abundância de beleza e maravilhas, foram tomadas de inveja e notando que o esposo de Psyche nunca aparecia, perguntaram maliciosamente sobre sua identidade, o que aumentou a curiosidade dela. Eros alertou-a que suas irmãs estavam tentando fazer com que ela olhasse seu rosto, mas se assim fizesse, ela nunca mais o veria, além disso, ele contou-lhe que ela estava grávida e se ela conseguisse manter o segredo a criança seria divina, porém se ela falhasse, seria mortal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao receber novamente suas irmãs, Psyche contou-lhes que estava grávida, e que sua criança seria de origem divina deixando-as ainda mais enciumadas com sua situação, pois além de todas aquelas riquezas, ela era a esposa de um lindo deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, trataram de convencer a jovem a olhar a identidade do esposo pois, se ele estava a esconder o rosto, era porque havia algo de errado com ele. Assustada com o que suas irmãs disseram, escondeu uma faca e uma lâmpada próximo a sua cama, decidida a conhecer a identidade de seu marido, e se ele fosse realmente um monstro terrível, matá-lo, esquecendo os avisos de seu amante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À noite, quando Eros descansava ao seu lado, Psyche tomou coragem e aproximou a lâmpada do rosto de seu marido, esperando ver uma horrenda criatura. Para sua surpresa, o que viu deixou-a maravilhada. Um jovem de extrema beleza estava repousando com tamanha quietude e doçura, que ela pensou em acabar com a própria vida por haver dele duvidado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfeitiçada por sua beleza, demorou-se admirando o deus alado. Não percebeu que havia inclinado de tal maneira a lâmpada que uma gota de óleo quente caiu sobre o ombro direito de Eros, acordando-o. Eros olhou-a assustado, e voou pela janela do quarto, dizendo:&lt;br /&gt;- “Tola Psyche! É assim que retribuis o meu amor? Depois de haver desobedecido as ordens de minha mãe e te tornado minha esposa, tu julgavas-me um monstro e estavas disposta a cortar a minha cabeça? Vai. Volta para junto de tuas irmãs, cujos conselhos pareces preferir. Não te imponho outro castigo, além de deixar-te para sempre. O amor não pode conviver com a suspeita.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando se recompôs, notou que o lindo castelo à sua volta desaparecera, e que se encontrava bem próxima da casa de seus pais. Psyche ficou inconsolável. Tentou suicidar-se atirando-se em um rio próximo, mas suas águas a trouxeram gentilmente para sua margem. Foi então alertada por Pan, que lhe disse para esquecer o que se passou e procurar novamente ganhar o amor de Eros.&lt;br /&gt;Por sua vez, quando suas irmãs souberam do sucedido, fingiram pesar, mas vão com  Psyche para o topo da montanha, pensando em conquistar o amor de Eros. Lá chegando, chamaram o vento Zéfiro, para que as sustentasse no ar e as levasse até Eros. Zéfiro desta vez não as ergueram no céu, e elas caíram no despenhadeiro, morrendo.&lt;br /&gt;Psyche, resolvida a reconquistar a confiança do marido, saiu à sua procura por todos os lugares da terra, dia e noite, até que chegou a um templo no alto de uma montanha.&lt;br /&gt;Com esperança de lá encontrar o amado, entrou no templo e viu uma grande confusão de grãos de trigo e cevada, ancinhos e foices espalhados por todo o recinto. Convencida que não devia negligenciar o culto a nenhuma divindade, pôs-se a arrumar aquela desordem, colocando cada coisa em seu lugar.&lt;br /&gt;Deméter, para quem aquele templo era destinado, ficou profundamente grata e disse-lhe:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- “Psyche, embora não possa livrar-vos da ira de Afrodite, posso ensinar-vos a fazê-lo com suas próprias forças: ide ao seu templo e fazei a ela as homenagens que ela, como deusa, merece.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afrodite, ao recebê-la em seu templo, não esconde sua raiva. Afinal, por aquela reles mortal seu filho havia desobedecido suas ordens e agora ele encontrava-se no leito, recuperando-se da ferida por ela causada.&lt;br /&gt;Como condição para o seu perdão, a deusa impôs uma série de tarefas que deveria realizar, tarefas tão difíceis que poderiam causar sua morte.&lt;br /&gt;Primeiramente, deveria, antes do anoitecer, separar uma grande quantidade de grãos misturados de trigo, aveia, cevada, feijões e lentilhas. Psyche ficou assustada diante de tanto trabalho, porém uma formiga que estava próxima, ficou comovida com a tristeza da jovem e convocou seu exército a isolar cada uma das qualidades de grão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como Segunda tarefa, Afrodite ordenou que fosse até as margens de um rio onde ovelhas de lã dourada pastavam e trouxesse um pouco da lã de cada carneiro. Psyche estava disposta a cruzar o rio quando ouviu um junco dizer que não atravessasse as águas do rio até que os carneiros se pusessem a descansar sob o sol quente, quando ela poderia aproveitar e cortar sua lã. De outro modo, seria atacada e morta pelos carneiros. Dito isto, ela esperou até o sol ficar bem alto no horizonte, atravessou o rio e levou a Afrodite uma grande quantidade de lã dourada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua terceira tarefa seria subir ao topo de uma alta montanha e trazer para Afrodite uma jarra cheia com a água escura que jorrava de seu cume. Mas no meio dos perigos que Psyche enfrentou, estava um dragão que guardava a fonte, que foi rapidamente ultrapassado com a ajuda de uma grande águia, que voou baixo próximo a fonte e encheu a jarra com a negra água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Irada com o sucesso da jovem, Afrodite planeou uma última, porém fatal, tarefa. Psyche deveria descer ao mundo inferior e pedir a Persephone que lhe desse um pouco de sua própria beleza, que deveria guardar numa caixa. Desesperada, subiu ao topo de uma elevada torre e quis atirar-se, para assim poder alcançar o mundo subterrâneo. A torre, porém, murmurou instruções de como entrar em uma particular caverna para alcançar o reino de Hades. Ensinou-lhe ainda como ultrapassar os diversos perigos da jornada, como o cão Cérbero, e deu-lhe uma moeda para pagar a Caronte pela travessia do rio Estige, advertindo-a:&lt;br /&gt;- “Quando Persephone vos der a caixa com sua beleza, tomai o cuidado, maior que todas as outras coisas, de não olhar dentro da caixa, pois a beleza dos deuses não cabe a olhos mortais.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguindo essas palavras, conseguiu chegar até Persephone, que estava sentada imponente em seu trono e recebeu dela a caixa com o precioso tesouro. Tomada, porém, pela curiosidade no seu retorno, abriu a caixa para ver. Ao invés de beleza havia apenas um sono terrível que dela se apoderou.&lt;br /&gt;Eros, curado de sua ferida, voou ao socorro de Psyche e conseguiu colocar o sono novamente na caixa, salvando-a.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembrou-lhe novamente que a sua curiosidade havia novamente sido sua grande fraqueza, mas que agora podia apresentar-se à Afrodite e cumprir a tarefa.&lt;br /&gt;Enquanto isso, Eros foi ao encontro de Zeus e implorou a ele que apaziguasse a ira de Afrodite e repensasse o seu casamento com Psyche.&lt;br /&gt;Atendendo seu pedido, o grande deus do Olimpo ordenou que Hermes conduzisse a jovem à assembleia dos deuses e a ela foi oferecida uma taça de ambrósias.&lt;br /&gt;Então com toda a cerimónia, Eros casou-se com Psyche, e no devido tempo nasceu seu filho, chamado Voluptas (Prazer)."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Psyche tornou-se imortal, deusa da alma. &lt;br /&gt;Psyche - Alma; Logos - Estudo. Psicologia- Estudo da "alma"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;:)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2404906545276477178-266834604784621698?l=persephone-thoughts.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/feeds/266834604784621698/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2404906545276477178&amp;postID=266834604784621698' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/266834604784621698'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/266834604784621698'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/2011/06/psyche-e-eros.html' title='Psyche e Eros'/><author><name>Persephone</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04190816853518012866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/-c2AwM2iycNs/TXtudm14nKI/AAAAAAAAAEI/O2vzKyVcoqw/s220/169037_191245520899229_100000413485760_604883_902282_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-zlkd5LPtVUg/Te6tLayWhZI/AAAAAAAAAE0/bDxEdYZNsrU/s72-c/Eros%2Be%2BPsych%25C3%25A9.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2404906545276477178.post-5071893584974476266</id><published>2011-05-20T11:59:00.008Z</published><updated>2011-05-24T16:18:51.427Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prosa'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-trWpZ-p8zVs/TdvNwSr-1TI/AAAAAAAAAEo/KGlwZBEYfQQ/s1600/IMGP3791.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 245px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-trWpZ-p8zVs/TdvNwSr-1TI/AAAAAAAAAEo/KGlwZBEYfQQ/s320/IMGP3791.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5610303990353810738" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;(...) da porta Inês via Henrique no telhado. Aquele sítio mágico, com uma entrada privilegiada para o sótão onde ela se perdera tantas horas contemplando relíquias de outrora, aquele sítio onde tantas vezes se escondera para atingir Tiago "mortiferamente" com uma flecha nas suas brincadeiras de criança. O telhado era plano, como uma varanda. Era amplo e virado para o sol, virado para todos os lados da casa. De cima via-se o pátio, todas as janelas e um longo campo verde.  O Inverno já havia começado, e estava muito escuro. Subiu as escadas - lembrou-se de Ana ali sentada, a desenhar; sempre soube que seria uma grande artista - em cada degrau uma memória, memória que só ela tinha e que queria desesperadamente partilhar com aquele estranho.&lt;br /&gt;- O céu está lindo! - disse.&lt;br /&gt;Henrique voltou-se e sorriu. - é verdade... - respondeu. Inês continuou: &lt;br /&gt;- Quando era mais nova queria muito ser astrónoma, mas nunca me dei muito bem com a matemática e com a física. Penso não, decididamente a minha área são as letras.&lt;br /&gt;As palavras enrolavam-se nos lábios, eram tão inúteis como a sua pressa. Havia algo nele que não a deixava pensar, havia algo que a fazia quase perder os sentidos. As pernas tremiam e ela não o conseguia olhar. Inês tinha a força de um exército mas era frágil como cristal. A sua ambição era poderosa mas a sua sensibilidade cruzava-lhe os caminhos. Henrique, lentamente, encostou o seu peito às costas dela e abraçou-a. Fez-se silêncio e ambos os rostos olharam o céu. A sensação era indescritível, sentiu-se fraca, pequena, loucamente apaixonada e de novo amaldiçoou o tempo por não parar, por não a fazer morrer naqueles braços (...)&lt;br /&gt;- Obrigada por estares aqui... - disse-lhe.&lt;br /&gt;- Se não tivesse vindo não aguentaria. É muito difícil lutar contra a saudade. Penso em ti dia e noite e escrevo. Sinto tanto a falta do teu sorriso...&lt;br /&gt;Inês interrompeu-o de fúria e êxtase virando-se, frente a frente. Segurou-lhe o rosto com firmeza, como se entre as suas mãos estivesse o seu próprio coração: - E eu do teu, meu amor. De te abraçar, de te olhar, só de te olhar... - cravou os olhos nos dele - Amo-te tanto que corro o risco de enlouquecer. Estás no meu pensamento a todo o instante, sufoco quando anseio beijar-te e não posso, quando quero chamar por ti e estás tão longe...quero-te tanto...&lt;br /&gt;Todo o corpo tremia agora...a alma também. Prosseguiu num pedido em desespero:&lt;br /&gt;- Quero morrer primeiro que tu. Não aguentaria sofrer a tua ausência. - aquela ruga que Henrique tinha na testa, entre os olhos, de quem perdeu noites questionando-se, de quem observou doentiamente cada passo em seu redor, de quem tentou responder às angústias da juventude, desfez-se. Inês sentiu a sua mão quente arrumar, suavemente, uma madeixa de cabelo e a regressar, pelo mesmo caminho, ao seu rosto aflito. Henrique abraçou-a e ao ouvido desarmou-a subtilmente:&lt;br /&gt;- Eu, se pudesse escolher, também preferia que partisses primeiro. O meu sofrimento eu aguentava, mas nunca aguentaria ver-te sofrer quando eu tivesse que me separar de ti...&lt;br /&gt;Inês gelou e, enraivecida, empurrou Henrique. Apertou a cabeça num gesto de negação, e um turbilhão de emoções saltaram-lhe à boca. Rapidamente se misturaram a admiração e o espanto com a revolta e a sensação de egoísmo. Como podia ele conhece-la tão bem? Como sabia ele o quanto o amor lhe significava? Como poderia alguém tão altruísta amar uma mulher assim? Pior, como ousara ela ser tão egoísta? Ela, logo ela que punha tanta intensidade nas mãos sempre que se entregava? Não, não podia aceitar tamanho acto de desamor vindo de si mesma. Olhou Henrique cheia de lágrimas, lágrimas de arrependimento. Tinha os olhos grandes e castanhos que buscavam os dele numa procura de perdão desesperado. As pernas já não tremiam, deixaram apenas de lhe obedecer. Inês deambulava naquele telhado, sem norte, apertando a cabeça e pedindo perdão.&lt;br /&gt;Estava frio, tanto frio ali e ambos ardiam numa paixão insana que nem as palavras destronavam - era urgente agir.&lt;br /&gt;Henrique agarrou o braço de Inês e firmemente puxou-a para si gritando-lhe: - Olha para mim, amor! A respiração ofegante foi cedendo e ele sussurrou-lhe:&lt;br /&gt;- Eu amo-te. E é assim que te quero. O que tens dentro de ti é lindo e é isso que me faz feliz. Tu fazes-me feliz.&lt;br /&gt;- Afinal não sei amar. - respondeu derrotada.&lt;br /&gt;- A tua inocência é pura e enternece-me. Tu vais crescer, e vais crescer comigo. Juntos.&lt;br /&gt;Henrique apertou-a num beijo. Um beijo que, a ambos, soube a paz, a uma eterna confiança, a uma feliz esperança e a fogo, como todos os outros, como se fosse sempre o primeiro.&lt;br /&gt;- Meninos, venham jantar!&lt;br /&gt;Era a mesma voz, a mesma voz que odiou em criança sempre que interrompia as brincadeiras, e que agora odiava de novo.&lt;br /&gt;Deram-se as mãos. Nascia a certeza da eternidade. (...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Excerto do meu livro &lt;span style="font-style:italic;"&gt;"A dor por trás do pano preto"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;2004&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maior lição que levo para a vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem este excerto, nem a ligação com esta foto estão aqui por acaso, meu querido. No fundo, quis apenas dizer-te que és, mais do que tudo, meu. Meu na memória, meu em algum momento da vida, meu no passado, no presente e futuro, meu porque fizeste e continuas a fazer (mesmo: error hesternus sit tibi doctor hodiernus) de mim alguém sempre melhor. Este excerto é-nos caro, mais do que qualquer um. Eu não sei se te recordas desta noite. Mas sim, é verdade que no limite do medo, do consciente, o pensamento faz com que a memória nos corra em milésimos de segundos. E neste dia, neste ano, 2007, esta noite de 2002 veio-me à memória. As tuas palavras vieram-me à memória e, finalmente, aos 20 anos, percebi o que não tinha entendido aos 15, o que me quiseste mostrar: A verdadeira essência do AMOR. E aos 20anos consegui ver o amor incondicional que havia nos olhos e na alma desta Eva. É por isso, Sérgio, que nunca descarto nem deixo o tempo levar aqueles que são os pilares da minha vida e tu és, seguramente, um deles. Mesmo não te vendo há 9anos, vives diariamente comigo. Assim é a amizade...sem remorsos, sem questões. Simples e pura. E assim te revelo o segredo do dia 28 de Março... :)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gosto de ti. Mais do que te poder dizer tudo isto é saber que te tenho sempre por perto. Obrigada.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2404906545276477178-5071893584974476266?l=persephone-thoughts.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/feeds/5071893584974476266/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2404906545276477178&amp;postID=5071893584974476266' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/5071893584974476266'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/5071893584974476266'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/2011/05/blog-post.html' title=''/><author><name>Persephone</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04190816853518012866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/-c2AwM2iycNs/TXtudm14nKI/AAAAAAAAAEI/O2vzKyVcoqw/s220/169037_191245520899229_100000413485760_604883_902282_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-trWpZ-p8zVs/TdvNwSr-1TI/AAAAAAAAAEo/KGlwZBEYfQQ/s72-c/IMGP3791.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2404906545276477178.post-89127231820536488</id><published>2011-05-18T22:33:00.004Z</published><updated>2011-05-19T15:45:23.593Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pensamentos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Conversas'/><title type='text'>Conversa com um Imperador Romano - III</title><content type='html'>[Palácio de Cristal - Porto]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje vim em busca de alguma paz. É difícil ser-se ponderado quando não se tem paz no espírito. Não sou hipócrita. A minha paz passa sempre por ambições bélicas, por desordenar a minha ordem. Mas sabes, não é necessariamente mau, sempre tive aversão a tudo o que é convencional. Na verdade sou anti-convenção e não sofro por isso, não quando sei que a minha paz e a minha felicidade são consequência de tudo aquilo que defendo com a verdade.&lt;br /&gt;Agora, estranhamente, nesta procura, tive a ousadia de me convencer que, mais do que ter a sorte de viver, seria ter a sorte de morrer, de me metamorfosear naquilo que acho ser a realidade mais metafísica que alguma vez questionei: A NATUREZA. Já pensaste como tudo seria fantástico se pudessemos reduzir a memória a cheiros, a sentidos? Imagina-te a regeres-te pelo cheiro da terra molhada, pelo sabor do mar, pelo suor de pela imergida em desejo, pelo som das tuas próprias gargalhadas? Como é genial a natureza...&lt;br /&gt;Não acredito na morte, como não acredito na vida como sua opositora. Não sei se acredito na reencarnação, não se, no meu intelecto, o primeiro acto racional for decompor a palavra, for reflectir sobre o étimo. Não, Deus! A gramática refuta sempre as minhas crenças! Mas sim, acredito numa "reen-qualquer-coisa". Acredito que a Terra é um habitat de energia que se dispõe em várias realidades, que essa mesma energia é eterna e que circula desde o início do mundo. SOMOS TODOS ENERGIA. Não temos alma, PSYCHE, temos ENERGIA. Acredito sobretudo que toda a energia é consciente, apenas não pudemos experienciar, ou não nos lembramos, e consequentemente deter a compreensão dessas outras formas de realidade. Sendo assim, é mesmo certo que tudo aquilo que não podemos explicar seja resultado da junção de manifestações conscientes da natureza.&lt;br /&gt;Não receio morrer. Anseio mudar de realidade. Se perdesses alguns minutos a observar a energia de uma árvore, de uma flor, a energia da terra negra, a energia do silêncio...e os cheiros, sempre os cheiros, os cheiros que são a prova de que tudo se movimenta...diz-me, se nos fosse possível, se a consciência humana nos falhasse, aceitarias saltar daqui e desprender-te do teu corpo para te misturares na beleza do brilho do Douro, para te misturares no som das folhas ao vento, para experienciares  a verdadeira liberdade que é fazeres parte de uma harmonia indescritível? Vejo-nos daqui a sorrir. A SALTAR.&lt;br /&gt;E hoje, pelo menos hoje, encontraria a paz que vim buscar, imaginando-nos, sem questionar, a cair, a deixar cair o corpo no desconhecido com a certeza que a coragem de saltar foi o mote para uma libertação que tantos questionam e tão "futilmente" abandonam. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A conquista da liberdade é algo que faz tanta poeira, que por medo da bagunça, preferimos, normalmente, optar pela arrumação."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carlos Drummond de Andrade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ARRUMAÇÃO = FUTILIDADE/ MONOTONIA/ BANALIDADE.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2404906545276477178-89127231820536488?l=persephone-thoughts.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/feeds/89127231820536488/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2404906545276477178&amp;postID=89127231820536488' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/89127231820536488'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/89127231820536488'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/2011/05/conversa-com-um-imperador-romano-iii.html' title='Conversa com um Imperador Romano - III'/><author><name>Persephone</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04190816853518012866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/-c2AwM2iycNs/TXtudm14nKI/AAAAAAAAAEI/O2vzKyVcoqw/s220/169037_191245520899229_100000413485760_604883_902282_n.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2404906545276477178.post-4954811075301129827</id><published>2011-05-18T20:29:00.002Z</published><updated>2011-05-18T20:33:01.318Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pensamentos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Conversas'/><title type='text'>Conversa com um Imperador Romano - II</title><content type='html'>&lt;span style="font-style:italic;"&gt;"E vi, vi os olhos, a face desse alguém que me habitava, que me era e eu jamais imaginara. Pela primeira vez eu tinha o alarme dessa viva realidade que era eu, desse ser vivo que até então vivera comigo na absoluta indiferença de apenas ser e em que agora descobria qualquer coisa mais, que me excedia e me metia medo."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vergílio Ferreira in &lt;span style="font-style:italic;"&gt;"Aparição"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às vezes tenho dificuldade em aceitar-te quando, abruptamente, me invades o espelho.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2404906545276477178-4954811075301129827?l=persephone-thoughts.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/feeds/4954811075301129827/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2404906545276477178&amp;postID=4954811075301129827' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/4954811075301129827'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/4954811075301129827'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/2011/05/conversa-com-um-imperador-romano-ii.html' title='Conversa com um Imperador Romano - II'/><author><name>Persephone</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04190816853518012866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/-c2AwM2iycNs/TXtudm14nKI/AAAAAAAAAEI/O2vzKyVcoqw/s220/169037_191245520899229_100000413485760_604883_902282_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2404906545276477178.post-5918237845488024214</id><published>2011-05-18T19:17:00.002Z</published><updated>2011-05-18T19:21:42.191Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Outros autores'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mitologia'/><title type='text'>Poseidon</title><content type='html'>"Sentado à sua escrivaninha, Poseidon fazia contas. A administração dos oceanos dava-lhe infindável trabalho. Poderia ter tantos auxiliares quantos quisesse e, aliás, tinha muitos, mas, como levasse seu cargo muito a sério, refazia todas as contas, de modo que os auxiliares lhe eram de pouca valia. Não se pode dizer que o trabalho o alegrasse; executava-o, na verdade, apenas porque lhe fora imposto, e tinha mesmo se candidatado diversas vezes a trabalho mais prazeroso — como dizia —, mas, então, sempre que lhe faziam sugestões diversas, verificava-se que nada lhe agradava tanto quanto o cargo que ocupava. Era, de resto, bastante difícil encontrar para ele alguma outra coisa. Afinal, não se podia destinar-lhe, por exemplo, um mar específico: à parte o fato de isso não tornar o trabalho nos cálculos mais fácil, mas apenas menor, o grande Poseidon não podia jamais receber senão um posto de comando absoluto. E, se lhe ofereciam uma posição fora dos oceanos, sentia-se mal só de imaginar, sua respiração divina desordenava-se, a bronzea caixa toráxica punha-se a arfar. De resto, suas queixas não eram de fato levadas a sério; quando um potentado atormenta, há que se tratar de aparentar condescendência, mesmo na mais desesperançada das situações; em realmente destituir Poseidon de seu cargo, ninguém pensava, afinal ele fora destinado desde o princípio dos princípios a ser o deus dos mares, e assim deveria permanecer.&lt;br /&gt;Irritava-o sobretudo — e esta era a causa principal de sua insatisfação com o cargo — ouvir a idéia que faziam dele, quando diziam, por exemplo, que vivia passeando pelas ondas com seu tridente. E, no entanto, permanecia sentado ali, nas profundezas do oceano, fazendo contas sem parar, uma ou outra visita a Júpiter constituindo a única interrupção da monotonia, uma viagem, aliás, da qual, na maioria das vezes, retornava furioso. Assim sendo, pouco ou nada havia visto dos mares, a não ser de forma fugaz, na apressada subida ao Olimpo, mas jamais os tinha percorrido de fato. Costumava dizer que, para tanto, esperaria até o fim do mundo, quando, então, por certo haveria ainda um momento de tranquilidade, no qual, a um instante do fim, e reexaminadas as últimas contas, poderia dar uma rápida voltinha. "&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conto de Franz Kafka&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2404906545276477178-5918237845488024214?l=persephone-thoughts.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/feeds/5918237845488024214/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2404906545276477178&amp;postID=5918237845488024214' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/5918237845488024214'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/5918237845488024214'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/2011/05/poseidon.html' title='Poseidon'/><author><name>Persephone</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04190816853518012866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/-c2AwM2iycNs/TXtudm14nKI/AAAAAAAAAEI/O2vzKyVcoqw/s220/169037_191245520899229_100000413485760_604883_902282_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2404906545276477178.post-7640247050303906751</id><published>2011-05-18T18:51:00.004Z</published><updated>2011-05-18T20:33:29.571Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pensamentos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Conversas'/><title type='text'>Conversa com um Imperador Romano - I</title><content type='html'>&lt;span style="font-style:italic;"&gt;"A realidade é o nada temeroso. A vida somos nós que a construímos à custa de quimeras, de gritos, de ternura: o mundo pertence-nos: a árvore, a água, o que te rodeia de simples, de belo, ou de trágico, o que te faz viver e o que nos faz viver - tiraste-o da tua própria alma. A realidade é o negrume, o abismo donde só sai o silêncio. O sol foste tu que o criaste - porque a realidade é a treva: a luz nasce dos borbotões de teu ser."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Raul Brandão in &lt;span style="font-style:italic;"&gt;"A Farsa"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Detive-me hoje neste parágrafo. Como assim a realidade é o "negrume", o "silêncio", o "abismo", a "treva"? Recuso-me a aceita-lo! Recuso-me a excluir a realidade da minha vida, a excluir esse "negrume", "silêncio", "abismo", "treva", recuso-me a abdicar desse mal, a resignar-me a essa definição! Antónimos, opostos, dicotomias, antíteses...que seria do bem sem o mal, que seria da ordem sem o caos, da guerra sem a paz, da liberdade sem a clausura, que seria do amor sem o ódio? Porque não dar o devido valor a esses mal-amados opositores se o seu papel é fundamental na aprendizagem humana? Diz-me que não estou louca! Achas um paradoxo? Exorcizarias a realidade da tua vida para a tornares mais simples? Não, não o podes fazer, sei que não o farias. Se dissesses que sim, seria como matares a boa fé de um cristão que crê cegamente na ressurreição de Cristo, que dá sentido à vida através dessa crença, pois um dos teus papéis não foi mais do que me fazer crer a mim que, por mais dura que seja a realidade, se formos fiéis a nós próprios, a vitória é "indescritivelmente" sublime. Como te agradeço, querido...&lt;br /&gt;É isso, o sublime depende da relação Homem-Realidade: a aprendizagem é maior, seremos mais sábios, quão melhor soubermos enfrentar a realidade que, consequentemente, quanto mais dura for mais sapiência nos confere.&lt;br /&gt;As isotopias de realidade, então, não podem ser negativas. Brandão estava equivocado! Ou estamos todos quando, inutilmente, associamos estes adjectivos e "culpamo-los", "humilhamo-los" por não compreendermos que tudo reside na atitude humana.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2404906545276477178-7640247050303906751?l=persephone-thoughts.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/feeds/7640247050303906751/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2404906545276477178&amp;postID=7640247050303906751' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/7640247050303906751'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/7640247050303906751'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/2011/05/conversa-com-um-imperador-romano-i.html' title='Conversa com um Imperador Romano - I'/><author><name>Persephone</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04190816853518012866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/-c2AwM2iycNs/TXtudm14nKI/AAAAAAAAAEI/O2vzKyVcoqw/s220/169037_191245520899229_100000413485760_604883_902282_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2404906545276477178.post-6273342500720537294</id><published>2011-03-21T19:12:00.002-01:00</published><updated>2011-05-18T19:12:48.152Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Outros autores'/><title type='text'></title><content type='html'>"A tua ausência é, em cada momento, a tua ausência. Não esqueço que os teus lábios existem longe de mim. Aqui há casas vazias. Há cidades desertas. Há lugares. Mas eu lembro que o tempo é outra coisa, e tenho tanta pena de perder um instante dos teus cabelos. Aqui não há palavras. Há a tua ausência. Há o medo sem os teus lábios, sem os teus cabelos. Fecho os olhos para te ver e para não chorar."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José Luís Peixoto&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2404906545276477178-6273342500720537294?l=persephone-thoughts.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/feeds/6273342500720537294/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2404906545276477178&amp;postID=6273342500720537294' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/6273342500720537294'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/6273342500720537294'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/2011/03/tua-ausencia-e-em-cada-momento-tua.html' title=''/><author><name>Persephone</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04190816853518012866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/-c2AwM2iycNs/TXtudm14nKI/AAAAAAAAAEI/O2vzKyVcoqw/s220/169037_191245520899229_100000413485760_604883_902282_n.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2404906545276477178.post-3418796077516928552</id><published>2011-03-14T19:36:00.003-01:00</published><updated>2011-05-17T12:14:55.434Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Musica'/><title type='text'></title><content type='html'>"(...) Por mais paradoxal que possa ser, não podemos afastar o amor e a morte. Se por um lado o primeiro é o sentimento que move o ser humano, e quando atingido provoca um prazer indescritível, por outro, quando destruído, quando vivido em excesso, quando tido como doença, provoca um sofrimento atroz. Falar de morte depois do amor, falar de amor como forma de morrer, não são somente temas poéticos, literários, artísticos ou de grandes reflexões. A perigosa relação entre ambos está presente na sociedade antiga, moderna, actual e faz-nos questionar afinal qual o real valor do amor e da morte. Orpheu morreu por amar, Jesus Cristo morreu por amar, guerras tiveram como bandeira um amor desmedido por uma pátria, por costumes, crenças e culturas. A afinidade que une o amor à morte é mais do que a libertação. É a consequência, é por vezes o castigo, o que nos poderia fazer questionar se o amor afinal não seria pior do que a morte. Se a morte é o término da vida, em que o sofrimento termina e a paz começa, o amor pode ser estranhamente o começo do sofrimento, seja a curto ou a longo prazo. Poderíamos dizer que o amor será um sentimento falso, ilusório, por vezes mórbido ao trazer uma sensação de prazer inexplicável ao homem e, logo em seguida, causar-lhe tanto tormento. Talvez possamos dizer que o amor sim, é egoísta, que o amor não é libertação. David Mourão-Ferreira faz-nos provar os diferentes sabores desta relação estranha entre estas duas forças primordiais que movem o ser humano e sem dúvida concluir que por muito que se diga sobre elas, sucumbiremos sempre à transcendência que o amor e a sua parceira morte trazem à compreensão humana. (...)"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parte da conclusão da minha pseudo-tese sobre &lt;span style="font-style:italic;"&gt;AMOR E MORTE&lt;/span&gt; EM DAVID MOURÃO-FERREIRA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe title="YouTube video player" width="480" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/5ElLSBx9Jo8" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“De manhã temendo que me achasses feia, /acordei tremendo deitada na areia, /mas logo os teus olhos disseram que não /e o sol penetrou no meu coração. //Vi depois, numa rocha, uma cruz, /e o teu barco negro dançava na luz; /vi teu braço acenando, entre as velas já soltas. /Dizem as velhas da praia que não voltas... /São loucas! São loucas! //Eu sei, meu amor, /que nem chegaste a partir, /pois tudo em meu redor /me diz que estás sempre comigo. //No vento que lança /areia nos vidros, /na água que canta, /no fogo mortiço, /no calor do leito, /nos bancos vazios, /dentro do meu peito /estás sempre comigo.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Barco Negro" David Mourão-Ferreira na voz de Mariza.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2404906545276477178-3418796077516928552?l=persephone-thoughts.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/feeds/3418796077516928552/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2404906545276477178&amp;postID=3418796077516928552' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/3418796077516928552'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/3418796077516928552'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/2011/03/blog-post.html' title=''/><author><name>Persephone</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04190816853518012866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/-c2AwM2iycNs/TXtudm14nKI/AAAAAAAAAEI/O2vzKyVcoqw/s220/169037_191245520899229_100000413485760_604883_902282_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/5ElLSBx9Jo8/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2404906545276477178.post-9020280795100998708</id><published>2011-03-12T11:55:00.001-01:00</published><updated>2011-03-12T11:55:47.671-01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pensamentos'/><title type='text'></title><content type='html'>Fujo, não fujo. Repenso. Se o meu sorriso ditasse ao tremor das minhas mãos que nada se perde num olhar, eu abriria o peito e, lentamente soprava-te o coração. Talvez não te minta e, no talvez, encerro toda a liberdade que sinto quando me prendo a ti...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2404906545276477178-9020280795100998708?l=persephone-thoughts.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/feeds/9020280795100998708/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2404906545276477178&amp;postID=9020280795100998708' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/9020280795100998708'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/9020280795100998708'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/2011/03/fujo-nao-fujo.html' title=''/><author><name>Persephone</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04190816853518012866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/-c2AwM2iycNs/TXtudm14nKI/AAAAAAAAAEI/O2vzKyVcoqw/s220/169037_191245520899229_100000413485760_604883_902282_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2404906545276477178.post-4337328777674151975</id><published>2011-01-12T12:01:00.003-01:00</published><updated>2011-03-12T11:50:38.244-01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Outros autores'/><title type='text'>Daniel Pennac</title><content type='html'>Os Direitos INALIENÁVEIS do Leitor:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. O direito de não ler.&lt;br /&gt;2. O direito de saltar páginas.&lt;br /&gt;3. O direito de não acabar um livro.&lt;br /&gt;4. O direito de reler.&lt;br /&gt;5. O direito de não ler não importa o quê.&lt;br /&gt;6. O direito de amar os "heróis" dos romances.&lt;br /&gt;7. O direito de ler não importa onde.&lt;br /&gt;8. O direito de saltar de livro em livro.&lt;br /&gt;9. O direito de ler em voz alta.&lt;br /&gt;10. O direito de não falar do que se leu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daniel Pennac in "Como um Romance"&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2404906545276477178-4337328777674151975?l=persephone-thoughts.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/feeds/4337328777674151975/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2404906545276477178&amp;postID=4337328777674151975' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/4337328777674151975'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/4337328777674151975'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/2011/01/daniel-pennac.html' title='Daniel Pennac'/><author><name>Persephone</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04190816853518012866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/-c2AwM2iycNs/TXtudm14nKI/AAAAAAAAAEI/O2vzKyVcoqw/s220/169037_191245520899229_100000413485760_604883_902282_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2404906545276477178.post-6914978112326897474</id><published>2010-11-03T15:15:00.002-01:00</published><updated>2010-11-03T15:21:10.154-01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Caríssimos seguidores e amigos, tenho a comunicar-vos que a publicação da minha poesia está confirmada. É a realização de mais um sonho que era impossível sem o vosso apoio. A data ainda é segredo e o livro irá chamar-se "Na margem de não-ser...". A seu tempo darei mais notícias :)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2404906545276477178-6914978112326897474?l=persephone-thoughts.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/feeds/6914978112326897474/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2404906545276477178&amp;postID=6914978112326897474' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/6914978112326897474'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/6914978112326897474'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/2010/11/carissimos-seguidores-e-amigos-tenho.html' title=''/><author><name>Persephone</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04190816853518012866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/-c2AwM2iycNs/TXtudm14nKI/AAAAAAAAAEI/O2vzKyVcoqw/s220/169037_191245520899229_100000413485760_604883_902282_n.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2404906545276477178.post-1819975239662963848</id><published>2010-10-28T22:13:00.004Z</published><updated>2010-10-28T22:35:21.443Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pensamentos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Insanidade'/><title type='text'></title><content type='html'>Ontem deitei-me no chão. Há três noites que não durmo. Há três noites que me questiono qual o motivo da minha constante angústia. Há três noites que não encontro resposta. Levantei-me da cama, entrei no chuveiro e deixei a água lavar-me a alma. Podia desabafar contigo porque em ti encontro o resto que sobra de quem não quero encontrar. Não sei se quero desabafar. Não sei se preciso. Não sei porque não durmo há três noites. Vesti-me. Estava frio hoje. Arranjei-me como se fosse. Onde não sei... Aquele baton vermelho dá-me confiança. Saí. Ouvi um piropo e cheguei àquela rua. À rua onde o burburinho é tão excitante...onde os cheiros e os sons transformam-nos apenas em sentidos. Decidi ser banal. Podia ter ido em busca da alegria em tantos livros, álbuns, filmes...Comprei uns sapatos. Os mais altos que encontrei. Calcei-os e senti-me senhora de tudo. Naqueles saltos, os meus pés arqueavam-se como eu sempre os habituei, como os de uma bailarina. Deliciei-me com aquela alegria fútil de mulher que pensa conquistar o mundo com uns sapatos. Sorri. Paguei e fiquei sentada no meio da rua. Lembrei-me de novo daquela angústia, daquela passividade e apatia que trazia no colo, já tão cansada. Hoje senti-me dona do mundo. Há três noites que não durmo...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2404906545276477178-1819975239662963848?l=persephone-thoughts.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/feeds/1819975239662963848/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2404906545276477178&amp;postID=1819975239662963848' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/1819975239662963848'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/1819975239662963848'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/2010/10/ontem-deitei-me-no-chao.html' title=''/><author><name>Persephone</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04190816853518012866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/-c2AwM2iycNs/TXtudm14nKI/AAAAAAAAAEI/O2vzKyVcoqw/s220/169037_191245520899229_100000413485760_604883_902282_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2404906545276477178.post-1497239996706426184</id><published>2010-10-24T17:58:00.012Z</published><updated>2011-05-18T23:18:33.973Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pensamentos'/><title type='text'>Vícios</title><content type='html'>&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Música.Dança.Viver.Chocolate.Livros.Flores.Olhos Castanhos.Gargalhadas.Escrever.Camus.Poesia.Cantar.Luxuria.Preto.Amor.Arte.Hip Hop.Estrasburgo.Fotografia.Guitarra.Cinema.Comboios.Roxo.David Lynch.Cheetos.Aventura.Mar.Sexo.Memórias.Serralves.Amigos.Vento.Cheiros.Eça de Queirós.Porto.Fogo.Boas Conversas.Arrogância.Mozart.Girassóis.Tabaco.Noite.Pimpas.Crepes.Chuva.Teatro.Gritar.Carmina Burana. Astronomia.Vestidos de Noiva.Sarcasmo.Praia.Confidências.Mitologia.Sapatos.Correr.Estrelas.Baton Vermelho.Expressão Corporal.Paula Rego.Bombeiros.Português.Gemidos.Anéis.Saudades.Espelhos.Verão.Toque.Ler. Metal.Entender. Flirt's.Concertos.Conduzir.Sedução.Mudanças.Sirenes.África.Samba.Viajar.Exercício.Dança Contemporânea.Perigo.Óculos de Sol.Domínio.Saber.Querer.Mau Humor.Calvin &amp; Hobbes.Literatura.Saltar.Sonhar.Humor Inteligente.Picanha.Arrumar.Chorar.Crescer.Pensar.Insanidade.Psyche.Grego.Psiquiatria.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2404906545276477178-1497239996706426184?l=persephone-thoughts.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/feeds/1497239996706426184/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2404906545276477178&amp;postID=1497239996706426184' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/1497239996706426184'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/1497239996706426184'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/2010/10/que-humildade-se-nao-os-assumir-vicios.html' title='Vícios'/><author><name>Persephone</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04190816853518012866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/-c2AwM2iycNs/TXtudm14nKI/AAAAAAAAAEI/O2vzKyVcoqw/s220/169037_191245520899229_100000413485760_604883_902282_n.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2404906545276477178.post-5307450886358396625</id><published>2010-10-21T09:59:00.000Z</published><updated>2010-10-21T10:00:29.680Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>...Once and for all and all for once&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Nemo&lt;/span&gt; my name forever more...&lt;br /&gt;My name forever more...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2404906545276477178-5307450886358396625?l=persephone-thoughts.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/feeds/5307450886358396625/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2404906545276477178&amp;postID=5307450886358396625' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/5307450886358396625'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/5307450886358396625'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/2010/10/blog-post.html' title=''/><author><name>Persephone</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04190816853518012866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/-c2AwM2iycNs/TXtudm14nKI/AAAAAAAAAEI/O2vzKyVcoqw/s220/169037_191245520899229_100000413485760_604883_902282_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2404906545276477178.post-9188580475308238886</id><published>2010-10-21T09:55:00.001Z</published><updated>2011-03-12T11:53:36.632-01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poesia'/><title type='text'></title><content type='html'>É sonanbula a minha saudade,&lt;br /&gt;Ambição de beijos mordidos de coragem&lt;br /&gt;Sol ambíguo rodando sob uma miragem &lt;br /&gt;no deserto destas margens de não ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vi-te despido de ausência&lt;br /&gt;Respirando e murmurando gritos brancos&lt;br /&gt;Entre os teus olhos manchados de castanho.&lt;br /&gt;Roças a tua barba de desordem democrática&lt;br /&gt;No meu pescoço fugidio&lt;br /&gt;Bem como teus olhos dos meus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Munido de armas numa batalha sem guerreiros&lt;br /&gt;A tua guerra leva a bandeira da felicidade&lt;br /&gt;Içada para ninguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É sonambulo o meu amor&lt;br /&gt;Do qual me afasto correndo estática&lt;br /&gt;Sem questionar o tremer das minhas mãos&lt;br /&gt;Que seguram as tuas que me guiam para lado nenhum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faço autópsias aos meus sentimentos,&lt;br /&gt;Vivo da morte do meu caos&lt;br /&gt;Que reparte desenhos de rectas circulares,&lt;br /&gt;Onde numa corda bamba me seguro sem cair.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O impossível é o nada&lt;br /&gt;Subo a escada saltando degraus&lt;br /&gt;Chego ao topo sem saber quem sou&lt;br /&gt;E em baixo, desfragmentada&lt;br /&gt;A felicidade grita-me vitória.&lt;br /&gt;Assim quero ser.&lt;br /&gt;Ouvir cantar o que nunca serei&lt;br /&gt;Por ti tudo...rio-me...o nada é a moral que nunca quero seguir...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Persephone&lt;br /&gt;Junho 2007&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;:/&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2404906545276477178-9188580475308238886?l=persephone-thoughts.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/feeds/9188580475308238886/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2404906545276477178&amp;postID=9188580475308238886' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/9188580475308238886'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/9188580475308238886'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/2010/10/e-sonanbula-minha-saudade-ambicao-de.html' title=''/><author><name>Persephone</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04190816853518012866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/-c2AwM2iycNs/TXtudm14nKI/AAAAAAAAAEI/O2vzKyVcoqw/s220/169037_191245520899229_100000413485760_604883_902282_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2404906545276477178.post-392776595810105719</id><published>2010-10-17T15:39:00.001Z</published><updated>2010-10-17T18:15:01.383Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amizade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pensamentos'/><title type='text'></title><content type='html'>Ana. Ana Miguel. Bide. Rafa. Piscina. Vizinhos. Jardinagem. Filetes. Quermesse. Patroa. Romana. Finos. Jantares. Treino. "ai que lócura". Rifas. 100. Cacos. Iran Costa. Pizza. Noite. Pipo. Futebol. Toyota. Figos. Makulelê. "Carolina vais cair". Fael. Pimpas. Cor-de-laranja. Competência. Comissão. Bicicleta. Café. Kiko. Relva. "abre-me o portão". Calor. Sweet Child O'Mine. Extravaganza. Pai da Criança. SMS. olhos azuis. BMW. papel higiénico. Pasta dos dentes. Pipocas. Toalhas. Takanas. Cobertores. "Fod*-se, fomos apanhados". Porto. Bombeiros. bidé. Bordel. Prémios. Cachorros. Massajador dos pés. "Calem-se, à noite ouve-se tudo". Mergulhos. Aspirador. Maças. Guarda-redes. Desabafo. "oh vizinhaaaaaaaaaaaaaaa". Impecável. Explicações. "Srª doutora". Anadia. Luvas. Basket. Bolachas. Espumante. "Virar garrafas". Carimbos. Abraços. Quadros com cavalos. Queimadas. Borboleta. Balões. Pirralhos. Gelados. Festa. União. Água. Snooker. Cloro. Fotografias. Matrecos. Beijos. Mota. Conferências. Verão. Bolo de chocolate. Bebedeira. Baile. Gargalhadas. Relva. "Plano anti-poucas vergonhas na rua". Lanches. "Tou cheio de t'obir". Assadeiras com asas. Vasos. Filmes. "oh vóooooooo". Churrasco. Lulas cruas. Óculos de sol. Natas do céu. Ervas daninhas. Sol. "Só faltam 6anos".Saudades. ................&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque mil palavras trazem milhões de sentimentos e memórias. Porque a idade nunca separa pessoas que são naturalmente felizes juntas. Obrigada por todos os momentos. &lt;br /&gt;&lt;3 Vizinhos&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2404906545276477178-392776595810105719?l=persephone-thoughts.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/feeds/392776595810105719/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2404906545276477178&amp;postID=392776595810105719' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/392776595810105719'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/392776595810105719'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/2010/10/ana.html' title=''/><author><name>Persephone</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04190816853518012866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/-c2AwM2iycNs/TXtudm14nKI/AAAAAAAAAEI/O2vzKyVcoqw/s220/169037_191245520899229_100000413485760_604883_902282_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2404906545276477178.post-1867296264124472508</id><published>2010-10-15T14:32:00.001Z</published><updated>2010-10-15T14:35:31.701Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pensamentos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Insanidade'/><title type='text'></title><content type='html'>Experimento. Experimentas. Experimenta. Experimentamos. Experimentais. Experimentam. Libertar os últimos fragmentos de tudo o que não deixa a vida seguir e os sonhos realizarem-se. EXPERIMENTAR. A liberdade é assustadora e tão excitante.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2404906545276477178-1867296264124472508?l=persephone-thoughts.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/feeds/1867296264124472508/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2404906545276477178&amp;postID=1867296264124472508' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/1867296264124472508'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/1867296264124472508'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/2010/10/experimento.html' title=''/><author><name>Persephone</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04190816853518012866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/-c2AwM2iycNs/TXtudm14nKI/AAAAAAAAAEI/O2vzKyVcoqw/s220/169037_191245520899229_100000413485760_604883_902282_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2404906545276477178.post-7572732563087762870</id><published>2010-08-12T09:57:00.002Z</published><updated>2010-08-12T10:03:29.752Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poesia'/><title type='text'></title><content type='html'>Passo, não paro, não olho e reflicto...&lt;br /&gt;Quem te pôs assim de olhos brilhantes&lt;br /&gt;Em dias longos de risos ofegantes...&lt;br /&gt;Invejo-te a certeza e o caminho de não-ser,&lt;br /&gt;A alegria contra-amor de um anseio por viver.&lt;br /&gt;Não pares, segue a sul,&lt;br /&gt;Seduz todos os mares, ventos e lugares&lt;br /&gt;À altivez dessa força meritória em alguém.&lt;br /&gt;Alguém, não tu...ou tu como alguém.&lt;br /&gt;Assim não dói, assim não cansa seres tu, feliz ou infeliz mas sempre com a certeza...&lt;br /&gt;Não é egoísmo essa arrogância com travo insano a jasmim;&lt;br /&gt;Não uses a subtileza, &lt;br /&gt;Grita fogo,&lt;br /&gt;Mas sê tu mesmo até ao fim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Persephone&lt;br /&gt;Julho 2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dedicado ao Marco, por ocasião do seu aniversário. :)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2404906545276477178-7572732563087762870?l=persephone-thoughts.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/feeds/7572732563087762870/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2404906545276477178&amp;postID=7572732563087762870' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/7572732563087762870'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/7572732563087762870'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/2010/08/passo-nao-paro-nao-olho-e-reflicto.html' title=''/><author><name>Persephone</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04190816853518012866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' 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precipício&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao longo da muralha que habitamos&lt;br /&gt;há palavras de vida há palavras de morte&lt;br /&gt;há palavras imensas, que esperam por nós&lt;br /&gt;e outras, frágeis, que deixaram de esperar&lt;br /&gt;há palavras acesas como barcos&lt;br /&gt;e há palavras homens, palavras que guardam&lt;br /&gt;o seu segredo e a sua posição&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre nós e as palavras, surdamente,&lt;br /&gt;as mãos e as paredes de Elsenor&lt;br /&gt;E há palavras nocturnas palavras gemidos&lt;br /&gt;palavras que nos sobem ilegíveis à boca&lt;br /&gt;palavras diamantes palavras nunca escritas&lt;br /&gt;palavras impossíveis de escrever&lt;br /&gt;por não termos connosco cordas de violinos&lt;br /&gt;nem todo o sangue do mundo nem todo o amplexo do ar&lt;br /&gt;e os braços dos amantes escrevem muito alto&lt;br /&gt;muito além do azul onde oxidados morrem&lt;br /&gt;palavras maternais só sombra só soluço&lt;br /&gt;só espasmo só amor só solidão desfeita&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre nós e as palavras, os emparedados&lt;br /&gt;e entre nós e as palavras, o nosso dever falar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mário Cesariny&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque hoje tenho o sangue a ferver.&lt;br /&gt;Porque hoje tenho vontade de te possuir.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2404906545276477178-318832942051152555?l=persephone-thoughts.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/feeds/318832942051152555/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2404906545276477178&amp;postID=318832942051152555' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/318832942051152555'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/318832942051152555'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/2010/07/you-are-welcome-to-elsinore-entre-nos-e.html' title=''/><author><name>Persephone</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04190816853518012866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/-c2AwM2iycNs/TXtudm14nKI/AAAAAAAAAEI/O2vzKyVcoqw/s220/169037_191245520899229_100000413485760_604883_902282_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2404906545276477178.post-7008228655413609761</id><published>2010-07-07T12:20:00.003Z</published><updated>2010-07-07T12:25:14.722Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Momentos'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_lu6wDDO5Wwk/TDRxayg3u2I/AAAAAAAAACg/d0W3bkB0Rmg/s1600/DSC_3002.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 210px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_lu6wDDO5Wwk/TDRxayg3u2I/AAAAAAAAACg/d0W3bkB0Rmg/s320/DSC_3002.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5491138550721657698" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_lu6wDDO5Wwk/TDRxU05xkjI/AAAAAAAAACY/hTWucPcdot0/s1600/esc.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 210px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_lu6wDDO5Wwk/TDRxU05xkjI/AAAAAAAAACY/hTWucPcdot0/s320/esc.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5491138448283767346" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda uma vida num passo de dança...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2404906545276477178-7008228655413609761?l=persephone-thoughts.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/feeds/7008228655413609761/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2404906545276477178&amp;postID=7008228655413609761' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/7008228655413609761'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/7008228655413609761'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/2010/07/toda-uma-vida-num-passo-de-danca.html' title=''/><author><name>Persephone</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04190816853518012866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/-c2AwM2iycNs/TXtudm14nKI/AAAAAAAAAEI/O2vzKyVcoqw/s220/169037_191245520899229_100000413485760_604883_902282_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_lu6wDDO5Wwk/TDRxayg3u2I/AAAAAAAAACg/d0W3bkB0Rmg/s72-c/DSC_3002.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2404906545276477178.post-4868043449394539231</id><published>2010-06-30T16:26:00.000Z</published><updated>2010-06-30T16:27:21.953Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pensamentos'/><title type='text'></title><content type='html'>Joana, como pude eu culpar-te pela minha inocência há três anos atrás, como pude camuflar o meu desespero e não aceitar que não podemos ser perfeitos. Tu e tantas outras pessoas que deixaram e vão deixando partes de si em mim, me vão fazendo existir e me fazem questionar, viver numa espécie de e eu para não ser. Para não ser o que não quero, para não ser o que não posso, para não ser um outro alguém. Soa mal… mas tu sabes que gosto de fazer neologismos na vida, se assim não fosse, nunca seria eu. Como se fosse uma versão feminina de Mersault, tudo o que faço tem um quê de absurdo, sobrepõe-se sempre a uma questão. POSSO? Sabes que sempre me tentei exceder, e tu nunca me criticaste. Ambas sabíamos que o limite da coerência dos outros nunca foi o meu… Muito nos rimos, sabíamos que aqueles segredos eram nossos, ou arcaria com a consequência dos meus actos. Gostava que estivesses perto de mim… sei que odeias a minha arrogância, mas sei também que deixaste o melhor de ti em mim. Estranha a coincidência, porque fui novamente questionada acerca dos meus limites. Não sei se o silêncio que fiz para ti naquela altura foi porque achava que sabias a resposta, ou porque eu não a sabia. E sabes porque sou feliz agora? É porque finalmente percebi que não os tenho, e que se os tiver nunca poderei ser eu, assim, como tu me conheceste. Eu nunca fui superior, mas o facto de saber que cada momento em que eu decido o que é melhor para mim independentemente de alguém achar o contrário, faz de mim alguém que vou sempre querer ser… hoje quero dizer-te, que por pior que tenho feito, nunca me vou arrepender. Não, não  vou crer que o que é certo ou errado no emocional/racional humano foi quase ditado por convenção universal, a teoria de Fiske que eu “destruí” aos gritos numa aula de Semiologia (lembras-te?xD), porque para mim os sentimentos não são conceitos e tudo, tudo nesta vida é efémero, mesmo as nossas verdades de agora. Hoje eu sei e faço questão que a minha visão do certo ou errado seja mesmo minha, numa furiosa possessão, porque só eu e mais ninguém sabe o que me faz feliz, o que me extasia, o que me alucina, o que me faz querer chegar mais longe. Queria dizer-te que me recordo do dia de ontem há três anos como se fosse hoje. Queria dizer-te o que não pude por ter talvez limites, queria dizer-te o que o meu orgulho não me deixou:  Obrigada por teres sido incansável. Hoje, Joana, eu POSSO tudo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2404906545276477178-4868043449394539231?l=persephone-thoughts.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/feeds/4868043449394539231/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2404906545276477178&amp;postID=4868043449394539231' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/4868043449394539231'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/4868043449394539231'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/2010/06/joana-como-pude-eu-culpar-te-pela-minha.html' title=''/><author><name>Persephone</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04190816853518012866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/-c2AwM2iycNs/TXtudm14nKI/AAAAAAAAAEI/O2vzKyVcoqw/s220/169037_191245520899229_100000413485760_604883_902282_n.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2404906545276477178.post-4798865914734635136</id><published>2010-04-29T09:27:00.002Z</published><updated>2010-04-29T09:56:39.640Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pensamentos'/><title type='text'>.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_lu6wDDO5Wwk/S9lSDC4favI/AAAAAAAAACQ/jd34OtnPFno/s1600/IMGP3269.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 240px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_lu6wDDO5Wwk/S9lSDC4favI/AAAAAAAAACQ/jd34OtnPFno/s320/IMGP3269.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5465489835057703666" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escolhas. Inspiro e interiorizo esta palavra. Penso. Olho em volta e vejo rostos fechados, risos, conversas animadas, olhares perdidos e pensativos, expressões sonolentas. testas franzidas, e repenso que tudo é consequente à escolha. TODOS nós somos escolhas e não há nada mais imperativo na nossa vida. Não vivemos, ESCOLHEMOS viver. ESCOLHEMOS a forma, o sabor, o feitio...estou apaixonada por ti... Não foi o acaso, foi uma ESCOLHA. Irónico como a nossa felicidade é tão dependente de escolhas e mesmo assim nunca acertamos nelas. ESCOLHAS. ESCOLHAS. ESCOLHAS. Podia deixar de fazer sentido, como quando somos crianças e repetimos aquela palavra até ela perder a sua personalidade. (risos) Somos Homens porque escolhemos. Se tudo é efémero, qual a razão porque temos que escolher a cada passo que damos? ESCOLHER, não optar. Diferente? Igual? Oh, como a carga de responsabilidade aumenta até na escolha da palavra. Matar-me seria matar o mundo. Oh, como até o futuro consegue depender de uma só escolha. Não de uma decisão, mas de uma ESCOLHA. O silêncio não é um estado, é uma ESCOLHA. E da mesma forma que estes rostos à minha volta se transfiguram, toda eu me apercebo que dentro deles flutuam escolhas boas ou más que condicionam o meu presente, este instante. Escrever foi uma escolha...ou afinal uma consequência. Quantas voltas daria para modificar consequências...ou seriam ESCOLHAS?... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Persephone&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Foto por O.B @ Petite France - Estrasbourg. Texto em Março 2010, Viagem entre Porto - Aveiro, interrompido por minha escolha.)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2404906545276477178-4798865914734635136?l=persephone-thoughts.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/feeds/4798865914734635136/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2404906545276477178&amp;postID=4798865914734635136' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/4798865914734635136'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/4798865914734635136'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/2010/04/blog-post.html' title='.'/><author><name>Persephone</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04190816853518012866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/-c2AwM2iycNs/TXtudm14nKI/AAAAAAAAAEI/O2vzKyVcoqw/s220/169037_191245520899229_100000413485760_604883_902282_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_lu6wDDO5Wwk/S9lSDC4favI/AAAAAAAAACQ/jd34OtnPFno/s72-c/IMGP3269.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2404906545276477178.post-4748632207089927957</id><published>2010-01-20T18:09:00.003-01:00</published><updated>2010-01-20T18:32:20.944-01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poesia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor'/><title type='text'></title><content type='html'>Aqui cheguei em passos errantes&lt;br /&gt;Por ruas de valsas longas que dancei rindo passiva de corpo lento.&lt;br /&gt;Levaste-me, Troquei de par&lt;br /&gt;Veloz, esperando e perdendo a raridade da calma que sobrou das quedas sobre o tempo não claro.&lt;br /&gt;Eu sei, assim seria, assim conseguiria&lt;br /&gt;E juntos agora, de novo pedimos paz,&lt;br /&gt;Aquela que eu quis nos meus olhos água turva que a vida me recusou,&lt;br /&gt;Falando à loucura e fazendo horas à minha ambição.&lt;br /&gt;Agora danço com alma,&lt;br /&gt;Defronte aos meus espelhos vejo a cura da minha erudição genuína.&lt;br /&gt;Não nego esta felicidade,&lt;br /&gt;Não é uma utopia, és TU,&lt;br /&gt;És tu a valsa que vou dançar eternamente&lt;br /&gt;Em batimentos certos, de vestidos longos e corpo esguio&lt;br /&gt;Como sempre sonhei clandestinamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Persephone&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2404906545276477178-4748632207089927957?l=persephone-thoughts.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/feeds/4748632207089927957/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2404906545276477178&amp;postID=4748632207089927957' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/4748632207089927957'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/4748632207089927957'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/2010/01/aqui-cheguei-em-passos-errantes-por.html' title=''/><author><name>Persephone</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04190816853518012866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/-c2AwM2iycNs/TXtudm14nKI/AAAAAAAAAEI/O2vzKyVcoqw/s220/169037_191245520899229_100000413485760_604883_902282_n.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2404906545276477178.post-2935470031710040843</id><published>2009-06-04T22:38:00.002Z</published><updated>2009-06-04T22:39:48.546Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poesia'/><title type='text'></title><content type='html'>Pauis de roçarem ânsias pela minh' alma em ouro...&lt;br /&gt;Dobre longínquo de Outros Sinos... Empalidece o louro&lt;br /&gt;Trigo na cinza do poente... Corre um frio carnal por minh' alma...&lt;br /&gt;Tão sempre a mesma, a Hora!... Balouçar de cimos de palma!&lt;br /&gt;Silêncio que as folhas fitam em nós... Outono delgado&lt;br /&gt;Oh que mudo grito de ânsia põe garras na Hora!&lt;br /&gt;Que pasmo de mim anseia por outra coisa que o que chora!&lt;br /&gt;Estendo as mãos para além, mas ao estendê-las já vejo&lt;br /&gt;Que não é aquilo que quero aquilo que desejo...&lt;br /&gt;Címbalos de Imperfeição... Ó tão antiguidade&lt;br /&gt;A Hora expulsa de si-Tempo! Onda de recuo que invade&lt;br /&gt;O meu abandonar-se a mim próprio até desfalecer,&lt;br /&gt;E recordar tanto o Eu presente que me sinto esquecer!...&lt;br /&gt;Fluido de auréola, transparente de Foi, oco de ter-se.&lt;br /&gt;O Mistério sabe-me a eu ser outro... Luar sobre o não conter-se...&lt;br /&gt;A sentinela é hirta - a lança que finca no chão&lt;br /&gt;É mais alta do que ela... Para que é tudo isto.... Dia chão...&lt;br /&gt;Trepadeiras de despropósitos lambendo de Hora os Aléns...&lt;br /&gt;Horizontes fechando os olhos ao espaço em que são elos de ferro...&lt;br /&gt;Fanfarras de ópios de silêncios futuros... Longes trens...&lt;br /&gt;Portões vistos longe... através de árvores... tão de ferro!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fernando Pessoa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não resisti...é o meu favorito de Pessoa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2404906545276477178-2935470031710040843?l=persephone-thoughts.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/feeds/2935470031710040843/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2404906545276477178&amp;postID=2935470031710040843' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/2935470031710040843'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/2935470031710040843'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/2009/06/pauis-de-rocarem-ansias-pela-minh-alma.html' title=''/><author><name>Persephone</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04190816853518012866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/-c2AwM2iycNs/TXtudm14nKI/AAAAAAAAAEI/O2vzKyVcoqw/s220/169037_191245520899229_100000413485760_604883_902282_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2404906545276477178.post-2299263617508415595</id><published>2009-03-05T13:23:00.000-01:00</published><updated>2009-03-05T13:24:28.826-01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poesia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor'/><title type='text'></title><content type='html'>Nas minhas costas direitas, caminhos sinuosos em tons de ouro&lt;br /&gt;Guiam as tuas mãos até aqui.&lt;br /&gt;Aqui poderia ser eu ou o quente-lume&lt;br /&gt;Do meu cabelo loiro que afasto dos olhos para te ver.&lt;br /&gt;Respira. A arte da tua presença&lt;br /&gt;Molha-se de saliva misturada com prudência,&lt;br /&gt;Quando me pedes silêncio ao te saber longe e ausente&lt;br /&gt;Das tuas muralhas que aprendi a derrubar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bebo-te o olhar, sublevo os sentidos só porque,&lt;br /&gt;Em permanência na tua posse,&lt;br /&gt;Se anula a minha razão… meu mar, minha nudez.&lt;br /&gt;Retorno eterna aos teus braços.&lt;br /&gt;E porque te amo, meu amor,&lt;br /&gt;Da minha desdita fiz altivez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Persephone&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2404906545276477178-2299263617508415595?l=persephone-thoughts.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/feeds/2299263617508415595/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2404906545276477178&amp;postID=2299263617508415595' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/2299263617508415595'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/2299263617508415595'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/2009/03/nas-minhas-costas-direitas-caminhos.html' title=''/><author><name>Persephone</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04190816853518012866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/-c2AwM2iycNs/TXtudm14nKI/AAAAAAAAAEI/O2vzKyVcoqw/s220/169037_191245520899229_100000413485760_604883_902282_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2404906545276477178.post-221866610971021351</id><published>2008-12-16T22:49:00.003-01:00</published><updated>2011-05-18T19:15:56.500Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mitologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prosa'/><title type='text'>Discurso de Persephone</title><content type='html'>&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;Senhores, Senhores, almas mil que vos rodeiam, tão sujas e decadentes...&lt;br /&gt;Todo o corpo é edível porque é da podridão que vós sobreviveis,&lt;br /&gt;Mas nada, nada do que podereis fazer será distinto na glória porque vossos olhos estão cobertos de sangue que vos impede de caminhar de pé.&lt;br /&gt;Rastejai, rastejai até ao Hades, morada eterna de discórdia e da paixão,&lt;br /&gt;E nunca, nunca devereis temer o julgamento da vossa conduta perante a vida, pois o desprezo a vós diz respeito, e o nojo que tendes do mal é espelho de vossas mãos...&lt;br /&gt;Senhores, ardei no Hades com a imagem daquilo que só a vós pertence, morrei sucumbindo e sendo ninguém...&lt;br /&gt; &lt;!--[if !supportLineBreakNewLine]--&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Persephone&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Persephone -  Deusa Grega que, por casamento com Hádes, Deus do inferno, se torna a deusa do mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2404906545276477178-221866610971021351?l=persephone-thoughts.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/feeds/221866610971021351/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2404906545276477178&amp;postID=221866610971021351' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/221866610971021351'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/221866610971021351'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/2008/12/discurso-de-persephone.html' title='Discurso de Persephone'/><author><name>Persephone</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04190816853518012866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/-c2AwM2iycNs/TXtudm14nKI/AAAAAAAAAEI/O2vzKyVcoqw/s220/169037_191245520899229_100000413485760_604883_902282_n.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2404906545276477178.post-4700814492367303131</id><published>2008-12-12T00:02:00.001-01:00</published><updated>2008-12-12T00:02:33.675-01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prosa'/><title type='text'></title><content type='html'>"...escuta este silêncio. O erro da pessoa é pensar que os silêncios são todos iguais. Enquanto não: há distintas qualidades de silêncio. É assim o escuro, este nada apagado que estes meus olhos tocam: cada um é um, desbotado à sua maneira..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mia Couto in Estórias Abensonhadas&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2404906545276477178-4700814492367303131?l=persephone-thoughts.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/feeds/4700814492367303131/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2404906545276477178&amp;postID=4700814492367303131' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/4700814492367303131'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/4700814492367303131'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/2008/12/blog-post.html' title=''/><author><name>Persephone</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04190816853518012866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/-c2AwM2iycNs/TXtudm14nKI/AAAAAAAAAEI/O2vzKyVcoqw/s220/169037_191245520899229_100000413485760_604883_902282_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2404906545276477178.post-3117856588049490177</id><published>2008-11-27T22:13:00.002-01:00</published><updated>2008-11-27T22:45:09.366-01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poesia'/><title type='text'></title><content type='html'>Reprimo forças neutras que inspiro ao chegar&lt;br /&gt;Da longa viagem que faço sem partir.&lt;br /&gt;E, absorta em todos os pensamentos&lt;br /&gt;Que me fazem desistir,&lt;br /&gt;Fico inerte em abraços intermináveis&lt;br /&gt;E lamento o tempo que passa longe da minha estrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paredes meias, de costas voltadas,&lt;br /&gt;Insiro Nela todas as formas seculares e involuntárias&lt;br /&gt;De sorrisos e entraves&lt;br /&gt;À lúgrebe forma de viver.&lt;br /&gt;Despeço-me de veludos dourados,&lt;br /&gt;Das palavras dissonantes; do corpo embotado,&lt;br /&gt;E chamo-me a mim.&lt;br /&gt;Talvez.&lt;br /&gt;Embono o meu navio de guerra funesto e traço novas rotas&lt;br /&gt;Meu porto me espera, algures entre a vitória e a derrota.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Persephone&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2404906545276477178-3117856588049490177?l=persephone-thoughts.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/feeds/3117856588049490177/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2404906545276477178&amp;postID=3117856588049490177' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/3117856588049490177'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/3117856588049490177'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/2008/11/reprimo-foras-neutras-que-inspiro-ao.html' title=''/><author><name>Persephone</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04190816853518012866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' 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back&lt;br /&gt;It comes to you in slow attacks&lt;br /&gt;It's the meanest fire&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paralyzed&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2404906545276477178-1000917907485025400?l=persephone-thoughts.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/feeds/1000917907485025400/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2404906545276477178&amp;postID=1000917907485025400' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/1000917907485025400'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/1000917907485025400'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/2008/11/paralyzed.html' title='Paralyzed'/><author><name>Persephone</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04190816853518012866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/-c2AwM2iycNs/TXtudm14nKI/AAAAAAAAAEI/O2vzKyVcoqw/s220/169037_191245520899229_100000413485760_604883_902282_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2404906545276477178.post-5591196553580534588</id><published>2008-11-06T16:56:00.000-01:00</published><updated>2008-11-06T16:57:14.739-01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poesia'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;Sobre a mesa, minha folha de papel&lt;br /&gt;Vazia e amarga,&lt;br /&gt;Sem ti, molhada de mel&lt;br /&gt;Relembro todas as histórias&lt;br /&gt;Em que fui rainha do teu viver,&lt;br /&gt;Do teu mal amado e consumado morrer.&lt;br /&gt;Senti, sentia-te em mim&lt;br /&gt;Durante a unificação de nós&lt;br /&gt;Morri, morria-te assim&lt;br /&gt;E sei a mágoa de cor...&lt;br /&gt;Volta meu amor,&lt;br /&gt;Deixa-me sorrir-te e não dar,&lt;br /&gt;Deixa-me partir e chegar&lt;br /&gt;Tantas vezes ao nosso leito&lt;br /&gt;Ao nosso amor, ao nosso amar...&lt;br /&gt;Foste-te. Oh, como dói,&lt;br /&gt;Faz-te em mim lembrança&lt;br /&gt;Esquece-te.&lt;br /&gt;E ao meu amor senil&lt;br /&gt;Canta-o e destroí.&lt;br /&gt; &lt;!--[if !supportLineBreakNewLine]--&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Persephone&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2404906545276477178-5591196553580534588?l=persephone-thoughts.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/feeds/5591196553580534588/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2404906545276477178&amp;postID=5591196553580534588' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/5591196553580534588'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/5591196553580534588'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/2008/11/sobre-mesa-minha-folha-de-papel-vazia-e.html' title=''/><author><name>Persephone</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04190816853518012866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/-c2AwM2iycNs/TXtudm14nKI/AAAAAAAAAEI/O2vzKyVcoqw/s220/169037_191245520899229_100000413485760_604883_902282_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2404906545276477178.post-4717009647669297770</id><published>2008-10-22T02:13:00.005Z</published><updated>2011-05-18T19:13:11.394Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amizade'/><title type='text'>A ti, Joana</title><content type='html'>Sinto que a minha vida teria sido diferente se tivesse ficado aí contigo, Joana. Não, não seria feliz no amor. Esse terá sido o maior erro, fugir por amor. Não me condeno por isso, mas precisei de te esquecer. Sabes, ninguém permaneceu na minha vida como eu queria. Podia ter tido alguém que tivesse vivido toda a minha infância comigo, que tivesse começado a cantar e a dançar em frente ao espelho, que corresse todas as estradas de patins e de bicicleta, que não visse as horas a passar...e tive...a vida separou-nos...&lt;br /&gt;podia ter tido alguém que vivesse comigo a minha pré-adolescência, que me visse maquilhar a primeira vez, que começasse a viver esse amor pela dança tão intensamente como eu, que me ouvisse cantar, que soubesse do meu primeiro beijo, que não se quisesse separar de mim e eu dela...e tive...a vida separou-nos...podia ter tido alguém que vivesse comigo a minha adolescência...que estivesse lá nas minhas primeiras grandes quedas, no primeiro impacto da responsabilidade, do sentido da existência, das lágrimas, da primeira depressão, do primeiro amor, da primeira vez...e tive, mas a vida separou-nos mais uma vez...&lt;br /&gt;Depois apareceste tu, Joana. Apareceste tu. Ninguém sabe da tua existência na minha vida, porque eu quis esquecer-te. Eu sei que me conheces bem, por isso também sei que tu sabes o quanto vivo cada momento intensamente e o quanto reflicto sobre as mais pequenas coisas. Consequentemente, sabes que só te podia tentar esquecer, apagar, por puro egoísmo, por não querer mais uma página ausente de um ser. Erámos tão inseguras, tão inocentes. Lembras-te? Eu podia perdoar-te. Eu podia perdoar-me.&lt;br /&gt;Hoje, neste preciso momento precisava que me dissesses que eu nunca cresci, que eu não sou mulher, precisava que me dissesses que eu não tenho consciência do mundo e que estes anos não passaram na minha vida...Seria mesmo feliz quando arrastava as caudas dos meus vestidos pretos pelas escadas daquela parada? Eu costumava achar que toda aquela pedra fria daquele velho quartel condizia comigo...Eu era só a miúda de negro que ouvia metal e estudava literatura. Gostava do estatuto, ninguém se preocupava em saber mais...eu sim, tinha paz. Uma paz tão aparente que quando tirou a máscara levou-me para longe. Demasiado longe de mim. Achas que eu sempre soube o que sou? Diz-me tu se eu já fui feliz, diz-me que tudo o que vi fez de mim alguém melhor. Já não és. Já não somos. Isso assusta-me. Assusta-me a partilha tornar-se vazio e com o tempo ausência e indiferença. Será por isso que sou emotiva? Será por isso que sou impulsiva? Inocente? Infantil? Incoerente? Eu sei que tu sabes, diz-me se dou demasiada importância aos valores? Devia dar mais? Diz-me se é um erro. Como das vezes que me encostava a ti e tu cantavas comigo a música das galinhas e logo a seguir me chamavas criança. Será por isso? Será que os meus valores estão errados? Às vezes odeio-te. Só porque me lembro de ti e porque os anos passaram e eu posso agora dizer "podia ter tido alguém que me acompanhasse na minha juventude, que me visse realizar os meus primeiros sonhos como mulher, que me visse afirmar-me, a ter responsabilidades, a formar-me como pessoa, que fosse minha cúmplice a toda a hora e gostasse de todos os meus defeitos incondicionalmente...e tive...mas a vida separou-nos, Joana"... e eu não posso fazer nada...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sabes como doí, como lamento. És um segredo só meu. Esqueci-te.&lt;br /&gt;Acredita que gosto muito de ti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um beijo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2404906545276477178-4717009647669297770?l=persephone-thoughts.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/feeds/4717009647669297770/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2404906545276477178&amp;postID=4717009647669297770' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/4717009647669297770'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/4717009647669297770'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/2008/10/ti-joana.html' title='A ti, Joana'/><author><name>Persephone</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04190816853518012866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/-c2AwM2iycNs/TXtudm14nKI/AAAAAAAAAEI/O2vzKyVcoqw/s220/169037_191245520899229_100000413485760_604883_902282_n.jpg'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2404906545276477178.post-3938311522573413308</id><published>2008-09-18T11:10:00.006Z</published><updated>2011-05-18T23:33:48.964Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poesia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor'/><title type='text'></title><content type='html'>Encontra-me como música altiva&lt;br /&gt;Essa tua voz manchada de ordem e força&lt;br /&gt;Que roça em mim embalando-me,&lt;br /&gt;Tal como esse movimento viciante&lt;br /&gt;Que transforma os traços da tua pele&lt;br /&gt;Em sorrisos vagos, deliciosamente delicados&lt;br /&gt;Como ouro no céu.&lt;br /&gt;E eu descanso no erro, turvo erro de estado contra-amor;&lt;br /&gt;Devia ter-me sido permitido amar-te desde o dia em que nasci,&lt;br /&gt;Mas se algum dia morri, tudo é teu,&lt;br /&gt;Despida de medos, sem fraquezas.&lt;br /&gt;Grito o fogo árduo que queima bem lento&lt;br /&gt;Sempre que o teu cheiro me alucina e o corpo fraqueja ao desejo das tuas mãos.&lt;br /&gt;Rio-me, rio-me nos meus segredos que tu nunca vais descobrir&lt;br /&gt;Sim, aqueles que tu conheceste no meu olhar&lt;br /&gt;Que permanecem na ilusão de meus serem...&lt;br /&gt;TENS-ME!&lt;br /&gt;Meritório na tua altivez, rendo-me à tua presença&lt;br /&gt;Não sou minha de encontros em existência&lt;br /&gt;Mas desarma-me que o sempre será a nossa sentença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Persephone&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2404906545276477178-3938311522573413308?l=persephone-thoughts.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/feeds/3938311522573413308/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2404906545276477178&amp;postID=3938311522573413308' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/3938311522573413308'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/3938311522573413308'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/2008/09/encontra-me-como-msica-altiva-essa-tua.html' title=''/><author><name>Persephone</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04190816853518012866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/-c2AwM2iycNs/TXtudm14nKI/AAAAAAAAAEI/O2vzKyVcoqw/s220/169037_191245520899229_100000413485760_604883_902282_n.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2404906545276477178.post-4182351016481688399</id><published>2008-09-18T11:10:00.000Z</published><updated>2008-09-18T11:11:21.970Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poesia'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;Não sofre,&lt;br /&gt;Guia-se pelas reticências intermitentes que a luz ao caminho abandona.&lt;br /&gt;São mais mágoas que sonhos esbatidos de desespero quando o sono o corpo derrota.&lt;br /&gt;Se a alma enfim se alimenta, rápido desfalece às constantes batalhas que trava com a sorte.&lt;br /&gt;Doce missivo, tuas palavras encerram em mim a angústia de te ver partir,&lt;br /&gt;E com meu doentio e perdido amor,&lt;br /&gt;Acordo a noite com gritos de morte.&lt;br /&gt;Oh saudade, não te sustentei em vão,&lt;br /&gt;Mas em vão te deixei gozar no teu limbo, o triunfo da tua essência...&lt;br /&gt;Mas tu...se te chamar ou agarrar a mão,&lt;br /&gt;Dois corpos não chegam para rasgar as imundas palavras da boca dos rebeldes humanos&lt;br /&gt;Que atingem a nossa perfeição.&lt;br /&gt;Tão insignificante e tão doloroso, tão dócil e infiel,&lt;br /&gt;Existimos num olhar,&lt;br /&gt;Exaltamos o nosso poder com glória,&lt;br /&gt;O amor em nós foi fatal...&lt;br /&gt;Abra-se o chão, fomos derrotados.&lt;br /&gt;Ajoelhai-vos Senhores,&lt;br /&gt;Vosso destino foi traçado pela infelicidade imortal....&lt;/p&gt; &lt;br /&gt;Persephone&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2404906545276477178-4182351016481688399?l=persephone-thoughts.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/feeds/4182351016481688399/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2404906545276477178&amp;postID=4182351016481688399' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/4182351016481688399'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/4182351016481688399'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/2008/09/no-sofre-guia-se-pelas-reticncias.html' title=''/><author><name>Persephone</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04190816853518012866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/-c2AwM2iycNs/TXtudm14nKI/AAAAAAAAAEI/O2vzKyVcoqw/s220/169037_191245520899229_100000413485760_604883_902282_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2404906545276477178.post-3984353884548662278</id><published>2008-08-22T09:17:00.003Z</published><updated>2008-08-22T09:26:19.078Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mitologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prosa'/><title type='text'>Discurso de Psyche</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_lu6wDDO5Wwk/SK6GF71gzWI/AAAAAAAAABM/nJPpR-Rtwlw/s1600-h/Eros+e+Psych%C3%A9.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_lu6wDDO5Wwk/SK6GF71gzWI/AAAAAAAAABM/nJPpR-Rtwlw/s200/Eros+e+Psych%C3%A9.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5237270853198073186" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;Senhores, Senhores, ajoelhai-vos, deixai passar sobre vossos corpos Eros, deus do amor.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vossa sede nunca será saciada, nenhum de vós será digno do verdadeiro amor.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como ousais achar-vos dignos de amar, se nem a vós mesmos entregais vossas vidas, tão imundas e cobertas de rancor?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;De que vos interessais vós? Somente de dois corpos entregues a um futuro vazio, sem glória nem pudor...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fugi, fugi de minha cólera, sou eu quem detem vossas almas em minha posse. Só sabereis o que é o amor, quando de vosso coração, que não vos pertence, jorrar o sangue que Zeus vos concedeu...negro da futilidade que vos move...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Se sofrerdes mais do que quando uma lança vos traça o peito, talvez, no alto dos céus, bem longe no Olimpo, Eros poderoso vos dote do tão simples amor...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Só sereis dignos de levantar a cabeça a Eros quando morreres em vós mesmos...pelas lágrimas de outrem.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(Discurso sobre Eros, deus do amor, e único amor de Psyche, deusa da alma)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Persephone&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt; &lt;!--[if !supportLineBreakNewLine]--&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2404906545276477178-3984353884548662278?l=persephone-thoughts.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/feeds/3984353884548662278/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2404906545276477178&amp;postID=3984353884548662278' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/3984353884548662278'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/3984353884548662278'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/2008/08/discurso-de-psyche.html' title='Discurso de Psyche'/><author><name>Persephone</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04190816853518012866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' 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/&gt;E enfim, aqui.&lt;br /&gt;Oh, mostra-me de novo aquele teu jeito feliz de dizeres que nada se perde,&lt;br /&gt;E que o sangue corre nas veias seduzindo a vida a parar sempre que te ris.&lt;br /&gt;Não te perdeste no tempo,&lt;br /&gt;Não te perdi no meu caminho,&lt;br /&gt;E isso é mais forte que o fogo cruzado em olhares que evitamos.&lt;br /&gt;Penso-te, devoro-te de memórias e dou-me,&lt;br /&gt;Sem o beijo...&lt;br /&gt;Porque mais do que ele,&lt;br /&gt;São os segredos que te conto sempre que te entrego a minha alma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Persephone&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2404906545276477178-3514055367062983481?l=persephone-thoughts.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/feeds/3514055367062983481/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2404906545276477178&amp;postID=3514055367062983481' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/3514055367062983481'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/3514055367062983481'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/2008/08/superei-me-menti-e-encontrei-me.html' title=''/><author><name>Persephone</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04190816853518012866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' 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Mesmo que corra sem direcção, em cada caminho cruzado tu estás à minha espera...&lt;br /&gt;Porque me fazes rir...&lt;br /&gt;Porque me ouves...&lt;br /&gt;Porque me prendes...&lt;br /&gt;Porque não posso fugir...não posso evitar...&lt;br /&gt;Sempre tu, sem nunca deixar de fazer sentido.&lt;br /&gt;Palavras não chegam, perdem-se. Faz de mim tua, sem nunca pedir.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2404906545276477178-5034646307749758401?l=persephone-thoughts.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/feeds/5034646307749758401/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2404906545276477178&amp;postID=5034646307749758401' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/5034646307749758401'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/5034646307749758401'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/2008/08/o-sangue-perde-se-no-silncio-do-meu.html' title=''/><author><name>Persephone</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04190816853518012866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/-c2AwM2iycNs/TXtudm14nKI/AAAAAAAAAEI/O2vzKyVcoqw/s220/169037_191245520899229_100000413485760_604883_902282_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2404906545276477178.post-8809391489996066938</id><published>2008-07-31T00:16:00.002Z</published><updated>2008-07-31T00:23:36.879Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prosa'/><title type='text'>Carta de uma viuva</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;Há muito que partiste meu amor, mas sei que me ouves. O teu cheiro continua aqui, insiste em se demarcar de todos os cheiros que vivem neste sítio todos os dias...o cheiro da comida que não como, da chuva que não é maior que maior que as minhas lágrimas, do sol que não me aquece, da terra, das folhas secas de mais um Verão que não estás aqui. Há muito que partiste meu amor...mas ouço todos os dias a tua voz, sinto os teus braços, riu-me com as tuas gargalhadas que ecoam nestas paredes tão pequenas para a minha dor...Há muito que partiste meu amor, mas ainda te vejo dormir nos meus lençóis, ainda toco na tua pele macia e te sussurro o quanto és belo. Protejo-te, sufoco-te, desejo-te. Os dias vão passando aqui, e tento refazer tudo, reconstruir tudo sem as tuas mãos, sem a tua força, sem a tua energia. Há muito que partiste meu amor, mas os teus olhos ainda os vejo, castanhos, escuros como uma noite feliz em que nos beijamos pela primeira vez...lembras-te amor? tanta gente e nós sós, naquele momento. Tudo era nosso, o mundo, a liberdade, a paz, o amor. Ainda te lembras de mim? Poder ter a certeza que estás bem, lá no teu longe tão perto, poder saber que não perdeste esse jeito tímido de criança curiosa de tudo o que a rodeia. Hoje choro amor, como no dia em que partiste e eu não me pude despedir...mas todos os dias me embalo nas nossas memórias, nas nossas promessas, de quando a velocidade nos levava longe e o vento nos fazia ter a sensação que podíamos voar, de quando o mar nos acolhia e se mostrava só para nós...aquela noite amor, o mar e eu mostramos-te quem eu era, o que queria...eras só tu, eu e o mar que levou os nossos segredos e não os mostrou a mais ninguém...&lt;br /&gt;Há muito que partiste, meu amor, e eu sobrevivo à tua ausência, como uma metade de mim que não volta mais...&lt;br /&gt;Há muito que partiste, meu amor...contigo fui eu...e as saudades serão eternas.&lt;br /&gt;Há muito que partiste...contigo levaste o meu amor. Para sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amo-te&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;Carta de uma viuva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Persephone&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2404906545276477178-8809391489996066938?l=persephone-thoughts.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/feeds/8809391489996066938/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2404906545276477178&amp;postID=8809391489996066938' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/8809391489996066938'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/8809391489996066938'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/2008/07/carta-de-uma-viuva.html' title='Carta de uma viuva'/><author><name>Persephone</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04190816853518012866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/-c2AwM2iycNs/TXtudm14nKI/AAAAAAAAAEI/O2vzKyVcoqw/s220/169037_191245520899229_100000413485760_604883_902282_n.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2404906545276477178.post-3424276912111687243</id><published>2008-07-29T17:33:00.001Z</published><updated>2008-07-29T17:33:28.135Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poesia'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;Estações são teus sorrisos,&lt;br /&gt;Demoras ideias nas arcadas&lt;br /&gt;Somas às palavras mil juízos&lt;br /&gt;De ferozes e assombradas&lt;br /&gt;Vis, senis e abandonadas,&lt;br /&gt;Teu rosto marcado, Teu rosto dourado&lt;br /&gt;De nenhum feliz sol...&lt;br /&gt;Estações, efémeras estações&lt;br /&gt;Mas tu não, tu não mentes no olhar,&lt;br /&gt;Baço e solto olhar&lt;br /&gt;Transparente em não ser&lt;br /&gt;E dizes, cantas sem querer&lt;br /&gt;Lúcida e atroz&lt;br /&gt;A primazia do som da tua voz.&lt;br /&gt;Estações, são quatro, como os teus sorrisos&lt;br /&gt;Túmulos nunca serão,&lt;br /&gt;De quem nunca os pilhou em desamor&lt;br /&gt;E aclamado,&lt;br /&gt;Teu corpo repousa&lt;br /&gt;Na superfície do seu criador.&lt;br /&gt; &lt;!--[if !supportLineBreakNewLine]--&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Persephone&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2404906545276477178-3424276912111687243?l=persephone-thoughts.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/feeds/3424276912111687243/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2404906545276477178&amp;postID=3424276912111687243' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/3424276912111687243'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/3424276912111687243'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/2008/07/estaes-so-teus-sorrisos-demoras-ideias.html' title=''/><author><name>Persephone</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04190816853518012866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' 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me cures de mim.&lt;br /&gt;Embalo-me quieta em movimentos que não consigo parar,&lt;br /&gt;Resmungo e canso-me.&lt;br /&gt;Acendes outro cigarro e levantas o rosto,&lt;br /&gt;Num movimento tão em ti comum e estupidamente belo.&lt;br /&gt;És tu assim...&lt;br /&gt;O requinte do silêncio por nós disperso é quase transcendente,&lt;br /&gt;Como sem querer, dentro de mim,&lt;br /&gt;Vedado em pedaços mágicos,&lt;br /&gt;É o desejo de beber esse teu riso.&lt;br /&gt;&lt;!--[if !supportLineBreakNewLine]--&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para alguém que sem querer me leva o pensamento a toda a hora...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Persephone&lt;br /&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2404906545276477178-3498499704525957950?l=persephone-thoughts.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/feeds/3498499704525957950/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2404906545276477178&amp;postID=3498499704525957950' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/3498499704525957950'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/3498499704525957950'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/2008/07/esto-cruzadas-as-palavras-no-teu-livro.html' title=''/><author><name>Persephone</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04190816853518012866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' 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minha pele&lt;br /&gt;E histórias de reinados&lt;br /&gt;Conquistas de além-mar,&lt;br /&gt;Grita fogo, pede mais&lt;br /&gt;Que só de amor te hei-de matar.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Persephone&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2404906545276477178-840855682495967845?l=persephone-thoughts.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/feeds/840855682495967845/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2404906545276477178&amp;postID=840855682495967845' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/840855682495967845'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/840855682495967845'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/2008/07/no-estreito-claustro-que-rodeia-tua.html' title=''/><author><name>Persephone</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04190816853518012866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/-c2AwM2iycNs/TXtudm14nKI/AAAAAAAAAEI/O2vzKyVcoqw/s220/169037_191245520899229_100000413485760_604883_902282_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2404906545276477178.post-2686392466543329884</id><published>2008-07-14T15:53:00.001Z</published><updated>2008-07-14T15:54:37.710Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poesia'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;Os ponteiros do relógio são mudos, mas ressoam na minha cabeça&lt;br /&gt;Como firmes tambores que marcam os passos de um soldado.&lt;br /&gt;Marcha! - penso - sem rumo nem sorte.&lt;br /&gt;Uso máscara, as lágrimas são de quem espera e observa o teu corpo&lt;br /&gt;Sombrio na luz de papel da noite mal escolhida.&lt;br /&gt;Canto-te no silêncio verdades que não ouves,&lt;br /&gt;E a chuva insiste em bater no vidro tão transparente como as tuas mãos,&lt;br /&gt;Que o meu corpo abandonam.&lt;br /&gt;Não grito porque dormes. Não durmo porque grito.&lt;br /&gt;É subtil o teu respirar, reconheço o teu cansaço sem olhar.&lt;br /&gt;Vivo de cheiro, sobrevivo de lugares&lt;br /&gt;E acordo quente de ti num lugar jamais de minha posse...&lt;br /&gt;Sussurra-me o amanhã que nunca vai chegar,&lt;br /&gt;Eu sou donzela de nobres ruínas,&lt;br /&gt;Espaços sem nomes,&lt;br /&gt;Onde insisto em não permitir o tempo passar...&lt;/p&gt;  Persephone&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;To Rui&lt;br /&gt;Abril 2007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2404906545276477178-2686392466543329884?l=persephone-thoughts.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/feeds/2686392466543329884/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2404906545276477178&amp;postID=2686392466543329884' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/2686392466543329884'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/2686392466543329884'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/2008/07/os-ponteiros-do-relgio-so-mudos-mas.html' title=''/><author><name>Persephone</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04190816853518012866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/-c2AwM2iycNs/TXtudm14nKI/AAAAAAAAAEI/O2vzKyVcoqw/s220/169037_191245520899229_100000413485760_604883_902282_n.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2404906545276477178.post-1148164454731540263</id><published>2008-07-12T10:04:00.003Z</published><updated>2008-07-12T10:16:45.623Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor'/><title type='text'></title><content type='html'>Às vezes pergunto-me como seria se o ser humano não sentisse. Seria tão livre, tão solto. Olhar-te-ia nos olhos e não teria medo. Não te desejava. Podias ser indiferente, o teu cheiro não me provocaria desejo, o teu nome não ecoava no meu coração, nem a tua ausência me faria saudade, a tua condição não me provocaria ansiedade e o teu beijo...o teu beijo não me faria amar-te...&lt;br /&gt;Não quero ser humana, não hoje, não agora. Somos tão fracos, tão pobres, mas sentimos.&lt;br /&gt;Quem autorizou esta forma de ser, este remar contra a maré que me cansa o corpo? E tudo seria tão simples. Bastava não sentir. Não quero, mas sinto...&lt;br /&gt;E arranco-te de mim e cada segundo que te sinto. Sinto. Sinto. Sinto. Sinto. Podia deixar de fazer sentido. Podia ser conjugado sem o estado de presença.&lt;br /&gt;Mas somos humanos. Fugimos de tudo. Mas nunca de sentir.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2404906545276477178-1148164454731540263?l=persephone-thoughts.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/feeds/1148164454731540263/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2404906545276477178&amp;postID=1148164454731540263' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/1148164454731540263'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/1148164454731540263'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/2008/07/s-vezes-pergunto-me-como-seria-se-o-ser.html' title=''/><author><name>Persephone</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04190816853518012866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/-c2AwM2iycNs/TXtudm14nKI/AAAAAAAAAEI/O2vzKyVcoqw/s220/169037_191245520899229_100000413485760_604883_902282_n.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2404906545276477178.post-7650374912143663871</id><published>2008-07-10T16:57:00.002Z</published><updated>2008-07-10T17:01:29.493Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poesia'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;Abanas-me, ofegante de gritar por guerra.&lt;br /&gt;Estou cansada… deixa que se note a demência da minha alma…&lt;br /&gt;É uma tarefa ingrata e feliz num contraste certeiro,&lt;br /&gt;Ris traído pela tua inocência,&lt;br /&gt;Choras contemplado pela tua decadência…&lt;br /&gt;E assim te vou amando.&lt;br /&gt;Presa ao chão imundo das tuas palavras,&lt;br /&gt;E num instante desse tempo que não passa,&lt;br /&gt;Vejo-te envenenar a luz, tão triunfante de tudo… tão triunfante de nada…&lt;br /&gt;Sim... De nada…&lt;br /&gt;O silêncio magoa-te, intensa dor que te provoca…&lt;br /&gt;Eu calo-me e tu lentamente vais morrendo…&lt;br /&gt;As trevas vão desaparecendo…&lt;br /&gt;Estou quieta, gélida de visão…&lt;br /&gt;E nestes saudosos passos falsos,&lt;br /&gt;Surge a paz encantada,&lt;br /&gt;Tão perfeita, tão esperada&lt;br /&gt;Daquela velha e doce solidão…&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Persephone&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2404906545276477178-7650374912143663871?l=persephone-thoughts.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/feeds/7650374912143663871/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2404906545276477178&amp;postID=7650374912143663871' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/7650374912143663871'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/7650374912143663871'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/2008/07/abanas-me-ofegante-de-gritar-por-guerra.html' title=''/><author><name>Persephone</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04190816853518012866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/-c2AwM2iycNs/TXtudm14nKI/AAAAAAAAAEI/O2vzKyVcoqw/s220/169037_191245520899229_100000413485760_604883_902282_n.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2404906545276477178.post-6876627083115016667</id><published>2008-07-09T15:13:00.001Z</published><updated>2008-07-09T15:20:19.475Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Insanidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prosa'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;Sento-me. Doi-me o corpo. O dia está abafado e não consigo respirar. Não te consigo perdoar. Não me sei perdoar. Rio-me. Sei que não doi. Sei-te demais. E estranho não te pensar, não te querer, não te deixar ficar. Agora deito-me. Nua. Desejo-me. Penso, recordo, aflijo, choro, grito, revolto-me. Mas continuo sem te pensar. Olho para o pouco que vivi. Olho para o pouco que tenho para viver. É fácil querer, é difícil morrer. Olho-me de fora como se soubesse levitar. Experimento voar. Encontro-te fora de mim. Quem és? Quem fomos? Já não sou. Sinto o sangue a palpitar nas veias porque me lembro. Já não sei chorar porque recordo. Não sei quem és. Estás longe. Estás perto. Páro. Agora levanto-me. Danço. Toco-me. Passo a mão no pó da mesa. Encontro a tua foto. Deixo-a estar porque não te quero recordar. Tanto me faz. Não sei se existes. Adormeço. Não quero saber. Não quero morrer...por ti outra vez.&lt;/p&gt;  Persephone&lt;br /&gt;Agosto 2007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2404906545276477178-6876627083115016667?l=persephone-thoughts.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/feeds/6876627083115016667/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2404906545276477178&amp;postID=6876627083115016667' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/6876627083115016667'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/6876627083115016667'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/2008/07/sento-me.html' title=''/><author><name>Persephone</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04190816853518012866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/-c2AwM2iycNs/TXtudm14nKI/AAAAAAAAAEI/O2vzKyVcoqw/s220/169037_191245520899229_100000413485760_604883_902282_n.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2404906545276477178.post-8160085771511600240</id><published>2008-07-08T13:40:00.004Z</published><updated>2008-07-08T21:18:22.107Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Insanidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prosa'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_lu6wDDO5Wwk/SHNwWm3Ys_I/AAAAAAAAAAY/Pz8Wf1gXUeU/s1600-h/d.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://bp3.blogger.com/_lu6wDDO5Wwk/SHNwWm3Ys_I/AAAAAAAAAAY/Pz8Wf1gXUeU/s320/d.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5220639926744822770" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;                &lt;p class="MsoNormal"&gt;"...tinha absorvido todas as palavras que ele proferira, com uma passividade incrível e incompreensível.&lt;br /&gt;Ela amava-o doentiamente, como o amor deve ser, e toda a existência era testemunha disso. Descodificou o fim daquele amor com normalidade, e no íntimo dela, nada a convencia de que era o ínicio de uma dor, pois a solução há muito que estava decidida.&lt;br /&gt;Aquela noite de amor em que pela primeira vez seus corpos tinham sido um do outro, tinha um cheiro de obsessao e infantilidade...Há muito que ambos a esperavam, mas ambos sabiam que depois daquelas horas,que mais pareciam segundos, os seus olhos não mais se encontrariam.&lt;br /&gt;E ele continuava...&lt;br /&gt;- Inês... Há algo que preciso dizer-te: Nós já não...Eu e tu já não...&lt;br /&gt;- Espera um pouco, vou buscar um cigarro.&lt;br /&gt;Inês interrompera Henrique com a inocência de uma criança, e dando-lhe um beijo na testa disse-lhe carinhosamente:&lt;br /&gt;- Não me demoro, amor.&lt;br /&gt;Henrique recostou-se na cama e as lágrimas começaram a escorrer-lhe pelo rosto. Ele sabia que o mundo iria desabar dentro de minutos e não tinha outra solução. Na sua mente um jogo de palavras ia-se formando tão rapidamente como o seu desespero, frases soltas vinham-lhe à mente, mas nada que impedisse a fatalidade daquele fim acontecer. Esperava por Inês para lhe falar do fim.&lt;/p&gt;                    &lt;p class="MsoNormal"&gt;No pesado silêncio da casa de Sofia que parecia condizer com a alma daqueles dois, ouviu-se uma estridente gargalhada tão familiar a Henrique. Por segundos teve paz no seu espírito inquieto, uma pequena felicidade ao ouvir aquele som e recordar todos os momentos e sentimentos que esse lhe trazia. Era bela a sua gargalhada, tão inocente e feliz...&lt;br /&gt;- Inês? - Gritou.&lt;br /&gt;- Só mais um minuto.&lt;br /&gt;Ela passeava descalça no corredor...Os seus pés quentes ficavam marcados no soalho, tal como na praia, naquele dia em que conhecera Henrique. Estava frio ali. No seu espírito levava paz... Ela adivinhava todas as palavras e gestos de Henrique...Ela sabia o que os esperava, mas isso não alterava a sua convicção e pequena alegria inocente da sua decisão.&lt;br /&gt;Subiu as escadas lentamente com passos firmes, no corredor apanhou a fita de cetim preto que envolvia as já murchas e empoeiradas rosas vermelhas da tia de Sofia. Olhou a porta do quarto onde se entregara aquela noite e entrou na porta anterior, a da sala.&lt;br /&gt;Acendeu a luz, olhou o tecto e para seu contentamento não havia candeeiro, apenas a típica cavilha de ferro para o segurar.&lt;br /&gt;Arrastou, com calma, uma das 13 cadeiras que envolviam a mesa. Era uma cadeira diferente das outras, mais alta, tal como ela ambicionara. - começo a achar que esta casa está de acordo comigo - pensou.&lt;br /&gt;Subiu a cadeira, atou a fita de cetim preto na cavilha, envolveu-a suavemente no seu pescoço e com entusiasmo tombou a cadeira com os pés.&lt;br /&gt;O ar ainda passava, mas era uma questão de segundos, pensava.&lt;br /&gt;- Inês, demoras?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Chovia lá fora, e ela já não respirava...ainda sorriu...Inês suicidara-se por não poder amar Henrique..."&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="font-style: italic;" class="MsoNormal"&gt;Excerto do meu livro " A dor por trás do pano preto"&lt;br /&gt;2004&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2404906545276477178-8160085771511600240?l=persephone-thoughts.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/feeds/8160085771511600240/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2404906545276477178&amp;postID=8160085771511600240' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/8160085771511600240'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/8160085771511600240'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/2008/07/blog-post.html' title=''/><author><name>Persephone</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04190816853518012866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/-c2AwM2iycNs/TXtudm14nKI/AAAAAAAAAEI/O2vzKyVcoqw/s220/169037_191245520899229_100000413485760_604883_902282_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_lu6wDDO5Wwk/SHNwWm3Ys_I/AAAAAAAAAAY/Pz8Wf1gXUeU/s72-c/d.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2404906545276477178.post-5967754296473089946</id><published>2008-07-08T13:38:00.000Z</published><updated>2008-07-08T13:40:23.914Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>Welcome.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2404906545276477178-5967754296473089946?l=persephone-thoughts.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/feeds/5967754296473089946/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2404906545276477178&amp;postID=5967754296473089946' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/5967754296473089946'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2404906545276477178/posts/default/5967754296473089946'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://persephone-thoughts.blogspot.com/2008/07/welcome.html' title=''/><author><name>Persephone</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04190816853518012866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/-c2AwM2iycNs/TXtudm14nKI/AAAAAAAAAEI/O2vzKyVcoqw/s220/169037_191245520899229_100000413485760_604883_902282_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
