Reprimo forças neutras que inspiro ao chegar
Da longa viagem que faço sem partir.
E, absorta em todos os pensamentos
Que me fazem desistir,
Fico inerte em abraços intermináveis
E lamento o tempo que passa longe da minha estrada.
Paredes meias, de costas voltadas,
Insiro Nela todas as formas seculares e involuntárias
De sorrisos e entraves
À lúgrebe forma de viver.
Despeço-me de veludos dourados,
Das palavras dissonantes; do corpo embotado,
E chamo-me a mim.
Talvez.
Embono o meu navio de guerra funesto e traço novas rotas
Meu porto me espera, algures entre a vitória e a derrota.
Persephone
"Os sentimentos que mais doem, as emoções que mais pungem, são os que são absurdos - a ânsia de coisas impossíveis, precisamente por serem impossíveis, a saudade do que nunca houve, o desejo do que poderia ter sido, a mágoa de não ser outro, a insatisfação da existência do mundo... O sentirmo-nos é então um campo deserto a escurecer, triste de juncos ao pé de um rio sem barcos, negrejando claramente entre margens afastadas..."
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quinta-feira, 27 de novembro de 2008
terça-feira, 25 de novembro de 2008
Paralyzed
Há alturas em que fico assim...absorta e inerte...Paralisada...
This is where your sanity gives in
and love begins
Never lose your grip
don't trip
don't fall
you'll lose it all
The sweetest way to die
It lies deep inside
you can not hide
it's the meanest fire
Oh, it's a strange desire
you can not lie
that's a needless fight
This is where your sanity gives in
and love begins
Never lose your grip
don't trip
don't fall
you'll lose it all
The sweetest way to die
When your blood runs dry
you're paralyzed
it will eat your mind
Did you hold it back
It comes to you in slow attacks
It's the meanest fire
Paralyzed
This is where your sanity gives in
and love begins
Never lose your grip
don't trip
don't fall
you'll lose it all
The sweetest way to die
It lies deep inside
you can not hide
it's the meanest fire
Oh, it's a strange desire
you can not lie
that's a needless fight
This is where your sanity gives in
and love begins
Never lose your grip
don't trip
don't fall
you'll lose it all
The sweetest way to die
When your blood runs dry
you're paralyzed
it will eat your mind
Did you hold it back
It comes to you in slow attacks
It's the meanest fire
Paralyzed
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Sobre a mesa, minha folha de papel
Vazia e amarga,
Sem ti, molhada de mel
Relembro todas as histórias
Em que fui rainha do teu viver,
Do teu mal amado e consumado morrer.
Senti, sentia-te em mim
Durante a unificação de nós
Morri, morria-te assim
E sei a mágoa de cor...
Volta meu amor,
Deixa-me sorrir-te e não dar,
Deixa-me partir e chegar
Tantas vezes ao nosso leito
Ao nosso amor, ao nosso amar...
Foste-te. Oh, como dói,
Faz-te em mim lembrança
Esquece-te.
E ao meu amor senil
Canta-o e destroí.
Persephone
Vazia e amarga,
Sem ti, molhada de mel
Relembro todas as histórias
Em que fui rainha do teu viver,
Do teu mal amado e consumado morrer.
Senti, sentia-te em mim
Durante a unificação de nós
Morri, morria-te assim
E sei a mágoa de cor...
Volta meu amor,
Deixa-me sorrir-te e não dar,
Deixa-me partir e chegar
Tantas vezes ao nosso leito
Ao nosso amor, ao nosso amar...
Foste-te. Oh, como dói,
Faz-te em mim lembrança
Esquece-te.
E ao meu amor senil
Canta-o e destroí.
Persephone
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