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quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Reprimo forças neutras que inspiro ao chegar
Da longa viagem que faço sem partir.
E, absorta em todos os pensamentos
Que me fazem desistir,
Fico inerte em abraços intermináveis
E lamento o tempo que passa longe da minha estrada.

Paredes meias, de costas voltadas,
Insiro Nela todas as formas seculares e involuntárias
De sorrisos e entraves
À lúgrebe forma de viver.
Despeço-me de veludos dourados,
Das palavras dissonantes; do corpo embotado,
E chamo-me a mim.
Talvez.
Embono o meu navio de guerra funesto e traço novas rotas
Meu porto me espera, algures entre a vitória e a derrota.

Persephone

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Paralyzed

Há alturas em que fico assim...absorta e inerte...Paralisada...







This is where your sanity gives in
and love begins
Never lose your grip
don't trip
don't fall
you'll lose it all
The sweetest way to die
It lies deep inside
you can not hide
it's the meanest fire
Oh, it's a strange desire
you can not lie
that's a needless fight
This is where your sanity gives in
and love begins
Never lose your grip
don't trip
don't fall
you'll lose it all
The sweetest way to die
When your blood runs dry
you're paralyzed
it will eat your mind
Did you hold it back
It comes to you in slow attacks
It's the meanest fire

Paralyzed

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Sobre a mesa, minha folha de papel
Vazia e amarga,
Sem ti, molhada de mel
Relembro todas as histórias
Em que fui rainha do teu viver,
Do teu mal amado e consumado morrer.
Senti, sentia-te em mim
Durante a unificação de nós
Morri, morria-te assim
E sei a mágoa de cor...
Volta meu amor,
Deixa-me sorrir-te e não dar,
Deixa-me partir e chegar
Tantas vezes ao nosso leito
Ao nosso amor, ao nosso amar...
Foste-te. Oh, como dói,
Faz-te em mim lembrança
Esquece-te.
E ao meu amor senil
Canta-o e destroí.


Persephone